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A China proibiu que exemplares da Bíblia sejam vendidos na internet. A medida foi anunciada no último fim de semana, mas somente agora surtiu efeito e o livro sagrado cristão agora está indisponível nos principais varejistas chineses. Sites que pararam de vender a publicação incluem a Amazon, Taobao e JD.com. As informações são do jornal The Sun.

No entanto, alguns varejistas ainda oferecem materiais relacionados - como livros de histórias ilustradas ou análises acadêmicas da Bíblia. Segundo reporta o jornal americano The New York Times, a medida é uma tentativa da China de limitar a crescente cena religiosa do país.

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Em 2014, o professor de sociologia Fenggang Yang previu que a China se tornaria o maior país cristão do mundo em breve, superando os EUA em 2025. Falando ao The Sun, um porta-voz da entidade de caridade Christian Solidarity Worldwide disse que a proibição é preocupante.

"Estamos vendo grupos cristãos não registrados serem forçados a fechar e, em alguns casos, os edifícios da igreja foram completamente demolidos", informou o porta-voz. A prática religiosa na China é rigidamente controlada pelo governo, com as cinco religiões reconhecidas - budismo chinês, islamismo, catolicismo, protestantismo e taoísmo - supervisionadas por organizações oficiais.

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No último dia 21 de Janeiro, foi celebrado o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. O deputado federal Jean Wyllys (PSOL), que recentemente disse que se sentia “ferido de morte” em relação aos parlamentares que “ostentam” bíblias como guia e não a Constituição Federal, falou sobre a data por meio do seu Facebook destacando que o Estado nem qualquer pessoa pode interferir quando o assunto é religião. 

Jean ressaltou que é necessário “a defesa da liberdade de crer e da liberdade de não crer também”. "Sem que ninguém, nem o Estado, nem outras pessoas, possa coagir ou constranger alguém a seguir ou deixar de seguir um credo”. 

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O psolista lembrou que o Estado é laico. “Vivemos, ainda que com ressalvas, em um Estado laico, que não pode ser guiado por regras de determinada religião. Antes, o Estado deve reconhecer a diversidade, respeitá-la, e não agir contra ela seja em benefício de uma ou de nenhuma outra fé”. 

Ele lamentou a intolerância. “Infelizmente o país da diversidade religiosa e cultural não consegue, ainda, conviver com a pluralidade e, não raro, vemos ataques de algumas igrejas aos locais sagrados de religiões de matriz africana destruindo seus objetos, queimando seus terreiros, e até mesmo promovendo a perseguição e a ameaça a quem as professa”.

“Vemos também a crescente difamação às pessoas de origem e tradição islâmica, o antissemitismo muitas vezes disfarçado de discurso político, a difamação e destruição da fé e da tradição da população indígena, justamente o instrumento medieval empregado na sua escravização, das mulheres que professam a fé Wicca, frequentemente, acusadas de promover o mal através da "bruxaria", de pessoas ateias e agnósticas”, complementou. 

Na semana passada, ao comentar um suposto projeto que visa criminalizar a evangelização na Bolívia, o deputado federal Pastor Eurico (PHS), também falou sobre religião salientando que a bíblia é respeitada na Câmara dos Deputados. “A bíblia que é a palavra de Deus, que aqui está sendo honrada e respeitada, embora algumas pessoas não concordem, não aceitem, mas ela está respaldada por lei e vai continuar”, chegou a dizer. 

Ao comentar um suposto projeto que visa criminalizar a evangelização na Bolívia, o deputado federal Pastor Eurico (PHS) aproveitou para fazer uma declaração duvidosa para muitos, diante do atual cenário político brasileiro. O parlamentar falou que há uma bíblia exposta na mesa diretória da Câmara dos Deputados e que a escritura sagrada está sendo “honrada e respeitada” na Casa.

“Graças a Deus que nós brasileiros escapamos desse tipo de governo e precisamos lutar para que nunca mais volte até porque o Brasil é um país onde nós temos a liberdade religiosa, temos os símbolos religiosos que são respeitados. Aqui, no plenário desta Câmara, onde estou agora na mesa diretora da Câmara dos Deputados, nós temos aqui a bíblia presente. A bíblia que é a palavra de Deus, que aqui está sendo honrada e respeitada, embora algumas pessoas não concordem, não aceitem, mas ela está respaldada por lei e vai continuar”, declarou por meio de vídeo divulgado em seu Facebook.

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O parlamentar falou que na Bolívia está acontecendo “o absurdo da perseguição religiosa”. “Uma decisão que está sendo tomada na Bolívia, nessa república esquerdopata bolivariana, que busca atingir as instituições religiosas. Por incrível que pareça, querem criminalizar qualquer pessoa que convide alguém para participar de uma organização religiosa e com uma pena de 7 até 12 anos. Isso é um absurdo”.

Eurico ainda disse que esperava que algumas pessoas, sem citar nomes, não queiram copiar essas ideias para o Brasil. “Aí vai um aviso: se alguém tentar fazer isso, nós lutaremos aqui para defender a bíblia, a palavra de Deus. Defender as instituições religiosas porque nós estamos como representantes delas aqui. Estamos como representantes do povo de Deus. Saibam disso”, frisou.

“Eles tentam calar a voz, tentam parar a marcha das igrejas, mas não vão conseguir porque quem está conosco é maior do que quem está com eles. O Brasil pertence ao senhor Jesus e você meu irmão, minha irmã, pode contar conosco. Estaremos aqui, aguerridos, como soldados em batalha lutando em favor desses princípios”, avisou.

Apesar de falar que a bíblia é honrada na Câmara, em novembro do ano passado, o Pastor Eurico chegou a dizer que “lamentavelmente” algumas lideranças se corrompem, inclusive no segmento evangélico. Na ocasião, ele se referia à votação da denúncia envolvendo o presidente Michel Temer (PMDB).

Perseguição religiosa

O deputado federal Marco Feliciano (PSC) também se pronunciou sobre o assunto em vídeo publicado no Facebook. “O líder comunista, amigo dos camaradas Fidel Castro, Hugo Chaves, Lula da Silva e José Dirceu, Evo Morales, que tentam se perpetuar no poder através de maracutaias legislativas diante da reação contraria da igreja cristã, em particular as evangélicas, propõe agora uma total quebra dos princípios constitucionais", criticou. 

Segundo Feliciano, católicos e evangélicos estão se unindo. “Vou solicitar à mesa da Câmara dos Deputados que oficie as autoridades diplomáticas para que pressione o governo de Evo Morales para que cesse à perseguição religiosa e reveja as mudanças na legislação”.

 Ele ainda disse que ia pedir a Deus para que ajude os cristãos bolivianos. “Acordem, cristãos. O mau vem com sapatinhos de algodão, sorrateiramente vem entrando em nossas casas, escolas, governo e para isso é preciso resistir. Que a Bolívia seja livre para que o evangelho seja pregado porque a liberdade de culto é algo que há dentro do ser humano como um dos seus maiores direitos individuais. Lá não podemos interferir a não ser com nossas orações, mas aqui no Brasil, esses governos que passaram e querem voltar, a intenção deles é fazer aqui a mesma coisa e nós não vamos deixar fazer”.  

 

Depois de fazer comentários ofensivos direcionados a Titi, filha dos atores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank, e afirmar que tinha vídeos de Anitta e Thaila Ayala cheirando cocaína, Day McCarthy se envolveu em mais uma polêmica. Dessa vez, seu nome voltou a ser assunto após um vídeo no qual queimava páginas da Bíblia.

A atitude foi tomada como deboche com os internautas que fizeram comentários afirmando que a socialite não iria para o céu. “Para os crentes que falaram que não sou filha de Deus, que eu sou uma pessoa do demônio, vou ler um salmo pra vocês”, disse ela, que citou o Salmo 91. Após a leitura irônica, Day pegou um isqueiro, arrancou uma das páginas da Bíblia e começou a tocar fogo nela. 

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A polêmica socialite já havia sido condenada no ano passado pelas ofensas contra Rafaella, filha de Ticiane Pinheiro e Roberto Justus. Na época, precisou tirar do ar o vídeo com as ofensas e sua conta do Instagram foi apagada. Mais atrás, em 2015, Dayane Alcântara Couto de Andrade, nome de batismo de Day, chegou a ser presa nos Estados Unidos por ligação com prostíbulo.

A Paixão de Cristo só entrará em cartaz oficialmente no ano que vem, mas o elenco já está reunido para as filmagens de divulgação da peça. Com isso, algumas imagens já estão sendo divulgadas dos atores vestidos como os personagens bíblicos que interpretarão, como Renato Góes, que viverá Jesus, e Nicole Bahls, que será Herodíades. 

O ator da Globo já fez parte da encenação em outras temporadas, como o apóstolo João. Já a ex-panicat estará fazendo sua estreia no teatro, e justamente no maior espetáculo a céu aberto do mundo.  Entre os demais nomes presentes no espetáculo estão Kadu Moliterno, como Pilatos; Victor Fasano para viver Herodes e Tonico Pereira como Anás. 

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Nas fotos divulgadas, é possível ver os dois caracterizados para a Paixão de Cristo, assim como o resto dos atores que estão escalados. Góes aparece com os cabelos alongados e sangue escorrendo pelo rosto, para gravar as cenas de Jesus, enquanto o traje de Bahls conta com barriga e pernas de fora, além de muitos detalhes em ouro.

"Essa é minha primeira experiência com teatro e estou muito feliz. Representar uma personagem bíblica envolve minha infância, me faz lembrar muito da minha avó e da minha família, que são católicas. É muito emocionante”, disse a ex-participante da Fazenda em entrevista ao jornal Extra.

Confira: 

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Em entrevista concedida à TV Senado para um especial que está sendo elaborado em comemoração aos 30 anos da Constituição Federal, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) falou novamente sobre religião. O psolista disse que se sentia “ferido de morte” toda vez que um parlamentar sobe à tribuna “ostentando uma bíblia”. 

“Eu fico ferido de morte cada vez que eu vejo um deputado ou um senador subindo à tribuna para dizer que está ali defendendo não a Constituição, que a lei maior dele é a bíblia e ostenta a bíblia como seu guia. Isso é um atentado à democracia, à República, isso é um atentado ao juramento que a pessoa fez no momento que tomou posse”, criticou. 

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O parlamentar falou que se sente “profundamente ofendido” porque nem todos são cristãos. “Cada um de nós eleito pelo povo com o voto popular, nos elegemos para proteger o direito da coletividade, então cada vez que um deputado ou deputada sobe à tribuna e ostenta a bíblia, acena a bíblia como o livro com o qual ele vai atuar nesta casa, eu me sinto profundamente ofendido porque desses 200 milhões de habitantes [no Brasil], nem todos são cristãos, nem todos professam a fé cristã e nem todos os cristãos querem impor a sua fé aos outros”.

“Nós somos um país também feito de judeus, feitos de mulçumanos, feitos de espíritas kardecistas, que professam as religiões de matriz africana e nós somos também um país formados por ateus, que não creem em nada e que não merecem estar desprotegidos nem serem insultados e nem violados porque não acreditam em uma divindade. Isso me fere de morte ou me coloca como guardião dessa Constituição”, continuou argumentando Wyllys. 

Paixão religiosa

O deputado falou que irá continuar defendendo a Constituição. “Eu sou um defensor da Constituição cidadã. Ela tem lacunas, é verdade, ela não é radicalmente laica na medida em que faz uma menção a Deus no preâmbulo, eu gostaria que ela fosse radicalmente laica porque eu acho que o estado democrático de direito tem que ser laico, não tem que ter influência de nenhuma religião, não tem que ter paixão religiosa, tem que garantir a liberdade de crença, mas não pode se deixar influenciar por princípios nem por dogmas religiosos”.

“Eu sei que ela tem lacunas, esses pontos cegos, mas ela ainda é uma grande Constituição a ser defendida. Desde a escola, ela serve para mim não só como um documento, mas como uma lei máxima que precisa ser protegida porque contém os princípios que me protegem (...) eu continuo como defensor dessa Constituição e, por isso, achei escandaloso, por exemplo, que esse Congresso Nacional tenha alterado a Constituição no sentido de congelar gastos públicos durante 20 anos em saúde e educação e tecnologia”, assegurou. 

 

 

 

Em Portugal, dois homens foram absolvidos em segunda instância pelo juiz desembargador do Tribunal da Relação do Porto (POR), Neto de MouraSegundo o Jornal Público, trata-se de um caso de violência doméstica, em que a vítima foi agredida pelo ex-marido e pelo homem com quem tinha mantido uma relação extraconjugal (que motivou a separação do casal, meses antes da agressão). Em junho de 2015, depois de a mulher ser sequestrada pelo ex-amante, que lhe pedia que retomassem a relação, o homem chamou o ex-cônjuge da vítima para juntos a agredirem. Na agressão, foi usado um bastão com pregos. 

 

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O juiz que absolveu o então marido e o amante da mulher, acusados da agressão, se baseou em passagens da Bíblia, culpabilizando a vítima. Ao que consta na decisão: “Ora, o adultério da mulher é um gravíssimo atentado à honra e dignidade do homem. Sociedades existem em que a mulher adúltera é alvo de lapidação até à morte. Na Bíblia, podemos ler que a mulher adúltera deve ser punida com a morte. Ainda não foi há muito tempo que a lei penal (Código Penal de 1886, artigo 372.0) punia com uma pena pouco mais que simbólica o homem que, achando sua mulher em adultério, nesse ato a matasse”, explicou.

As declarações constam de um acórdão do Tribunal da Relação do Porto, Portugal, de 11 de outubro, que confirma a condenação de dois homens a penas suspensas por violência doméstica e outros crimes. Fora de contexto, as palavras escritas pelo relator, o juiz desembargador Neto de Moura levaram alguns especialistas a questionar se trataria de um processo atual, compartilhou o Público. Ao que o Jornal Público apurou, "existe pelo menos mais um processo em que é possível encontrar na argumentação deste magistrado um ataque às 'mulheres adúlteras' nas suas sentenças".

 

Em Portugal, o caso está gerando bastante discussões. Movimentos feministas do país se solidarizaram com a vítima.

 

A cantora sertaneja Naiara Azevedo, que ficou famosa com a música '50 reais', declarou na última segunda-feira (14) que não é feminista. “Eu sou muito religiosa e acredito que isso seja bíblico: o homem é a cabeça, é o chefe da casa, mas a mulher é o pescoço”, disse Naiara. A cantora também disse que respeita as opiniões do marido. 

“Eu tenho esse impasse: quando meu marido me fala alguma coisa que ele está certo eu respeito, mesmo que às vezes eu não fique feliz com aquilo, mas realmente ele está certo, ele é o homem da casa e tenho que respeitar", disse Naiara, em uma entrevista ao vivo pelo Facebook, concedida ao jornal Extra. "Mas, quando estou certa e ele está errado eu também mostro a minha versão e ele tem que aceitar. Mas tem muita coisa que eu acho que realmente é o homem… Eu gosto de ser a mulherzinha às vezes. Não sou essa mulher que as pessoas pensam. Sou forte, decidida, tudo mais, mas também tenho respeito pelo meu parceiro”, completou a cantora.

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O pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC), que geralmente publica mais mensagens e vídeos com o contexto religioso do que sobre sua atuação na Câmara dos Deputados, fez uma nova postagem polêmica nesta quarta-feira (9). Ele divulgou a parte de um vídeo no qual fala sobre "a esquerda", a Bíblia Sagrada e até mesmo sobre um caso no qual foi ofendido. 

"Todas as vezes que vem algum deputado aqui da esquerda, que raramente vem, mas quando vem a primeira coisa que faz é partir para o vitimismo", declarou. Feliciano também disse que a esquerda toca "de maneira desagradável e preconceituosa" no assunto religião. "Tocam na religião daqueles que aqui frequentam. Da outra vez, foi citada a Bíblia Sagrada em um disparate. Citaram a bíblia como se aqui houvesse uma pessoa hipócrita". 

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Ele continuou sua fala afirmando que não é possível "suportar" a situação. "E isso não dá para suportar porque se a pessoa fica para o debate em um alto nível, alto nível terá, mas quando baixa o nível, nós nivelamos da mesma forma o linguajar. A deputada que aqui está, em outro momento, na Câmara dos Deputados, eu estava sentado bem a frente dela. Infelizmente, eu sento, eu fico ali no meio, só Deus porque na minha frente tem o Psol e atrás de mim o PCdoB. Eu sou do PSC", disse em referência a parlamentar Marcivânia (PCdoB). 

O parlamentar também contou um caso de agressão verbal que teria passado. "Eu fui afrontado por um deputado do PSOL e ele xingou a minha mãe de puta. E as deputadas que estavam atrás ouviram e eu reclamei: vocês não vão defender a minha mãe? Porque a minha mãe é pobre, mulher e analfabeta. Nenhuma delas levantou a voz, inclusive vossa excelência que aqui está [Marcivânia], mas se fosse qualquer outro tipo de mulher, qualquer outro tipo de ataque, se fosse qualquer outro tipo de pessoa, vocês defenderiam. Quando há respeito, o respeito é mutuo. Quando respeito há, respeito é dado e é mútuo", expôs. 

A deputada interviu. "Eu só queria fazer uma reflexão aqui: eu não sou a favor de nenhum tipo de violência. Não é só quando atinge alguém próximo a mim ou alguém que pense igual a mim. Eu sou contra qualquer espécie de violência". Feliciano parecia mesmo não estar disposto a dar uma trégua. "Olha a incoerência. A deputada diz que é contra qualquer tipo de violência, mas seu partido assinou um manifesto a favor de Maduro, onde já tem mais de 100 pessoas mortas na Venezuela", disparou. Ele foi aplaudido pelos colegas após a declaração. 

Redes sociais

O pastor Feliciano costuma fazer transmissões ao vivo dos cultos que realiza como a realizada nesta quarta. Ele escreveu na legenda: "FaceCulto, o vinho do inferno" destacando ainda que acontecem todos os dias, às 12h. No culto de hoje, ele falou sobre pecado e sobre a vaidade com relação ao corpo. Os comentários são os mais diversos. Há quem o critique em referência a ele ser um político. "O povo ao invés de ouvir a pregação, assiste apenas pra julgar, referindo-se à política. Sei que ele é mentiroso, mas a palavra a ser pregada, essa é verdadeira e vou ouvir. O julgar, caberá somente a nosso Deus", disse um internauta. 

Mais cedo, em outra publicação, ele se referiu às dificuldades da vida. "Não recue diante das adversidades, pois o Senhor te dará forças". "E o senhor recuou na hora que os 80% da população brasileira queria vê-lo investigado. Trairá", criticou um outro cidadão. 

Ele já teve seu nome envolvido em outras polêmicas. Em agosto de 2016, uma jovem de 22 anos o acusou  de assédio sexual, agressão grave e tentativa de estupro. De acordo com informações divulgadas pela Coluna Esplanada, as investidas do parlamentar teriam acontecido após o religioso se oferecer para ser "guia espiritual" da jovem, que também milita no partido.

O publicitário Leonardo Rego, de 19 anos, conseguiu escapar de um assalto a ônibus em Belém-PA, na última segunda-feira (31). O assaltante confundiu o livro que ele levava, da série Crônicas de Gelo e Fogo – famoso pela sua adaptação para a série Game of  Thrones -, com uma bíblia. “Deixa, eu não roubo crente”, disse o criminoso para o jovem.

O fato ocorreu por volta das 21h. O rapaz conta que cerca de 25 minutos após ter subido no ônibus um homem começou a roubar os pertences das pessoas na parte da frente do veículo, antes da catraca.  “Eu escondi o celular debaixo da minha perna. Eu não tinha percebido que havia um segundo assaltante na parte de trás. Quando eu olhei para trás para ver se dava para sair correndo vi que ele estava bem perto, passando e recolhendo os pertences. Fiquei sentado, esperando, rezando para não acontecer nada comigo”, disse Leonardo ao LeiaJa.com.

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Os assaltantes abordaram Leonardo, mas ele disse que seu celular havia sido roubado na última semana. “O assaltante da frente duvidou de mim, pediu para eu abrir minha mochila”, conta o publicitário. Ele tirou a mochila do colo, o livro estava aberto embaixo dela, entre as pernas do jovem. O ladrão, então, confundiu o objeto, já conhecido por ter muitas páginas, com uma bíblia e desistiu de assaltar Leonardo.

O publicitário recorda que todo o assalto não durou dois minutos. “Após os criminosos descerem, o cobrador ainda me disse ‘tu mostrou logo a palavra, Deus te deu um livramento’”.  Leonardo não prestou queixa do ocorrido. Segundo ele, o motorista afirmou que iria à delegacia após o fim daquela viagem.

A história de Leonardo fez sucesso na internet. Ele publicou um relato em um grupo do Facebook e a postagem já ultrapassa 18 mil curtidas. “Estou bem assustado com a repercussão”, concluiu. 

O mês de julho é aguardado pelas crianças por causa das férias escolares, mas também nesta época as igrejas evangélicas por todo o país realizam a escola bíblica de férias, as EBFs, como são conhecidas. Os eventos infantis geralmente ocorrem na primeira ou segunda semana de julho, com brincadeiras, danças, narração de histórias, apresentações teatrais e distribuição de lanches.

O Teatro Águia, que é formado por mãe e filhos, há quase oito anos realiza encenações infantis durante essa época. As temáticas das encenações vão desde obediência aos pais, ajudar ao próximo até respeitar outras crianças. Só na primeira semana, Márcia Patrícia Sarah e seus dois filhos, Lucas e Quéren Sarah, já se apresentaram em EBFs nos bairros do Marco, Bengui, Distrito Industrial, Terra Firme e Jurunas.

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Márcia, 46 anos, conta que trabalha com EBF desde que era jovem e que é muito gratificante ver as crianças se divertindo e aprendendo valores do cristianismo que são importantes para formar qualquer cidadão, independentemente de religião. “Me vestir de palhaço, de boneca, de soldado, de salva-vidas me faz sentir uma ‘molecona’ no meio e ainda poder levar algum aprendizado para eles é incrível”, complementa a atriz.

Elaine Freire, 37 anos, está organizando pela primeira vez uma EBF, mas já mantém desde o início do ano uma reunião com as crianças da avenida Celso Malcher, no bairro da Terra Firme. As reuniões ocorrem todo domingo na Assembleia de Deus que fica ao lado da nova ponte. Aos domingos a média é de 30 crianças, mas na EBF a quantidade subiu para 80 crianças. “Estou me sentindo uma criança de novo. É a melhor coisa, trabalhar com crianças”, afirmou. Elaine conta que as crianças se apegam com os tios da EBF, como são chamados os voluntários que ajudam na organização. “Uma criança me falou que se sentia muito amada, porque converso com elas e faço carinho nelas. A criança me contou que a mãe e pai dela não lhe davam carinho e que tinha vontade de morrer, me emocionei quando ouvi isso”, contou.

A líder infantil conta que um dia estava com as crianças em um culto de domingo por volta de 20h30 quando foi servido um lanche e uma das crianças que tinha apenas 7 anos lhe falou que ainda não tinha almoçado porque na sua casa não havia alimentos. “Me deu uma dor no coração saber que aquela criança estava com fome aquela hora”, complementou.

Gleicivalda Silva, 28 anos, trabalha há quatro anos com crianças e diz amar o que faz. Ela acredita que foi uma oportunidade de Deus para sua vida. Gleice, como é chamada, conta que tem um ótimo relacionamento com cada criança que participa da EBF e que pelas crianças o evento não terminaria nunca. Ela sempre está acompanhada de suas duas filhas. A menor, Raquel, de 8 anos, fica muito feliz quando é período de escola bíblica de férias, pois se sente motivada a seguir os ensinamentos de Jesus. O Teatro Águia disponibiliza em seu blog e nas redes sociais pelo @teatroaguia as encenações infantis e histórias contadas nas escolas bíblicas de férias.

Por Lucas Sarah.

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As sessões da Câmara Municipal de Araraquara, no interior de São Paulo, começaram com uma polêmica nesta semana. A vereadora Thainara Faria (PT) disse que, apesar de ser católica praticante, não vai ler trechos da Bíblia no início das reuniões, como prevê o Regimento Interno do Legislativo. Ele determina um rodízio entre os vereadores na leitura do livro logo no início dos trabalhos.

Aos 22 anos, Thainara é a mais jovem vereadora da história da Câmara e a primeira negra no cargo. Na tribuna, alegou que o Estado é laico e que seria um erro doutrinar uma religião. Ela sugeriu que o vereador poderia, por exemplo, em vez de ler um trecho da Bíblia, "encarnar um caboclo" ou ainda "falar a palavra de outras religiões".

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A posição da vereadora repercutiu após o posicionamento na reunião da última terça-feira, 7. Ela afirmou ter recebido elogios pela postura, mas também algumas críticas. Entretanto, garantiu continuar acreditando que a "Casa do Povo" não deva ter religião e, por isso, pediu que seja substituída por outro vereador quando for sua vez de ler a Bíblia.

O presidente da Câmara, Jeferson Yashuda (PSDB), contou que é a primeira vez que alguém se recusa a cumprir esse artigo, que foi instituído em 2006 no regimento interno. Mas disse ser direito da vereadora se negar a fazer a leitura - o que será respeitado pela Câmara.

Conhecida por encenar uma crucificação na Avenida Paulista em 2015, a modelo transexual Viviany Beleboni, de 28 anos, resolveu usar neste ano uma fantasia de Justiça e segurar uma Bíblia, com uma cruz sangrando e a frase "Bancada evangélica: retrocesso". O carro onde vai desfilar expõe uma faixa de "Fora Temer".

Segundo afirma, a ideia da fantasia é representar a Lei de Igualdade de Gênero para travestis e transexuais, tema da Parada LGBT em 2016. "Eu não penso em fazer polêmica. Quero mostrar a Justiça com uma faixa preta que tampa a visão. A Bíblia é para representar a bancada evangélica, que significa retrocesso para mulheres e LGBT." A modelo também colou notas de dólar na parte interna da bíblia. "Representa o dinheiro do povo, a forma como eles da bancada chegam ao poder."

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"No ano passado, me acusaram de vilipendiar um símbolo sagrado por causa da crucificação. Era uma cruz feita dois dias antes na marcenaria, eu não tirei nada da Igreja", disse. "Neste ano, a Bíblia é só um fichário imenso. É artístico, não é vilipendiar. Vilipendiar é vender sabão em pó a R$ 70 na igreja e pedir número de cartão de crédito dos fiéis."

Para Viviany, a encenação faz parte da militância. "Travestis e transexuais são os mais prejudicados. Gay, quando não aparenta não ser, ainda consegue sair na rua, consegue emprego. Nos, não", disse. "O Brasil está muito atrasado em tudo."

A modelo também afirmou que chegou a receber ameaças, mas não se mostrou preocupada. "Disseram que iam atirar em mim na Parada. Ainda estou esperando", afirmou. Ela não quis comentar a faixa de "Fora Temer" do carro. "Só tenho a dizer que precisamos de eleições gerais. É uma democracia ou teocracia?"

A Biblioteca do Vaticano e a Biblioteca Bodleian da Universidade de Oxford digitalizaram e colocaram na internet as primeiras de 1,5 milhão de páginas de manuscritos antigos, entre eles seus respectivos exemplares da Bíblia de Gutemberg.

As bibliotecas haviam anunciado no ano passado um projeto de quatro anos de duração para digitalizar algumas das obras mais importantes de suas coleções de manuscritos hebraicos e gregos, assim como obras publicadas nos anos que se seguiram à criação da imprensa.

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Além das Bíblias de Gutemberg, o site dá acesso a uma Bíblia alemã dos século 15 repleta de iluminuras. O projeto orçado em 2 milhões de libras é financiado pela Fundação Polonsky, que se propõe a democratizar o acesso à informação.

Fundada em 1451, a Biblioteca do Vaticano é uma das bibliotecas de pesquisa mais importantes do mundo. A Bodleian é a maior biblioteca universitária da Grã-Bretanha. Fonte: Associated Press.

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Diferente do tradicional Réveillon brasileiro, o ano novo judaico – chamado de Rosh Hashaná – não tem representação histórica, apenas religiosa, onde a auto reflexão e ‘‘penitência’’ marcam o momento para este povo. Ele se inicia nos dois primeiros dias do mês tishrei, correspondentes, em 2013, aos dias 05 e 06 de setembro no calendário civil e dura 10 dias.  

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No período é celebrado o sexto dia de criação do mundo, quando Deus criou o primeiro homem – Adão – portanto, o aniversário de toda a humanidade. Passou a ser considerado o ano novo judaico, em épocas pós-exílio e, a partir da literatura pós-bíblica, começou a ser chamado de Rosh Hashaná (cabeça do ano), que deveria ser anunciado pelo Shofar – chifre de carneiro ocado. 

O instrumento de sopro é tocado diariamente durante todo o mês de elul, que precede ao mês tishrei, anunciando a chegada de um novo ano. O primeiro dia do Rosh Hashaná é conhecido como Yamim Noraim, que significa "dias temíveis". O ano novo é celebrado nas sinagogas, onde serão pronunciadas orações direcionadas à relação do ser humano com Deus e consigo mesmo. 

Segundo o Prof. St. Cloud da Universidade Estadual de Minnesota, o rabino-progressista Joseph Edelheit, este momento serve de preparação para o Yom Kipur – Dia do perdão. “É um período de introspecção, para pedirmos perdão por todos os nossos erros”, afirmou o rabino.

A coordenadora de Estudos Judaicos do Colégio Israelita, Ilana Kreimer, explica que todo esse processo não é apenas para pedir perdão a Deus, e sim para que o judeu torne-se uma pessoa melhor. “Esse momento serve para nós perdoarmos uns aos outros, isso nos torna melhores. E uma pessoa melhor, contribui com a sociedade no geral”. 

Os alunos do Colégio Israelita conversaram sobre o que é o Rosh Hashaná e o quanto o período é importante para eles. “Para nós, esse momento é quando Deus vai colocar nosso nome no livro da vida e somente no outro ano é que ele poderá colocar de novo. Se nós não nos arrependermos das coisas ruins que fizemos, não teremos direito a ter o nome no livro e é ter o nome lá que nos dá anos de vida”, explicou Léa Ribemboim, de 8 anos.

O objetivo do Yom Kipur (dia 15 de setembro) é conseguir atingir a “pureza”, que de acordo com o judaísmo, é a finalidade para qual fomos criados por Deus. Neste dia, é realizado um jejum que dura em torno de 25 horas, começando ao anoitecer da véspera (14/9), até o aparecimento da primeira estrela no outro dia, onde acontece o encerramento - que também é feito com o toque do Shofar.

O cabo da Polícia Militar João Samir de Oliveira, de 36 anos, atirou e matou o coletor de lixo Antonio Marcos dos Santos, de 40, após confundir com uma arma uma bíblia que estava em seu poder. O crime aconteceu na noite de quarta-feira (26), em Avaré, a 263 km de São Paulo. A vítima caminhava pela rua próxima de sua casa quando foi abordada pelo cabo, que estava na companhia de outro policial. De acordo com testemunhas, no momento da abordagem o coletor teria levantado os braços para mostrar que não estava armado. O cabo da PM, no entanto, disparou a arma, atingindo o coletor no pescoço.

No depoimento prestado à Polícia Civil, o policial disse que o coletor mostrou-se assustado com a abordagem e fez menção de pegar algo que trazia sob a camisa. O policial acreditou que o volume seria uma arma e atirou. O coletor, que era funcionário da prefeitura local havia 18 anos, foi socorrido pelos próprios policiais e levado ao pronto-socorro da cidade. Ele chegou a receber atendimento médico, mas não resistiu. O corpo será sepultado na manhã desta sexta-feira (28). O cabo da PM foi preso e encaminhado para o Presídio Romão Gomes, na capital. Ele e o outro policial tiveram as armas apreendidas para perícia.

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