Tópicos | deputado

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL) comentou o caso da dentista Delzuite Macedo, que em suas redes sociais, afirmou que “não misturo meu sangue com merda”, em referência à filha de outra odontóloga. Delzuite foi presa enquadrada na lei que versa sobre discriminação racial, religiosa ou de procedência nacional. 

Jean falou que esse era o triste retrato do ideário da “supremacia branca”. “Que tanto sofrimento causou e causa à humanidade. Infelizmente, tais discursos ainda encontram quem os vocalize e quem os escute sem qualquer incômodo porque estão internalizados e são naturalizados nas mentes de uma considerável parcela da população”, lamentou. 

##RECOMENDA##

O psolista ainda falou que avalia como “extremamente positivo” que pessoas como a dentista sejam expostas publicamente. “E que responda pelos seus atos criminosos, que recaem não apenas contra uma pessoa específica, mas sobre todo um coletivo de pessoas que, diariamente, sente o peso da cor da pele na abordagem policial, na desconfiança dos seguranças dos shoppings e das lojas, na falta de oportunidades de emprego e na falta de representação positiva na mídia de massa”. 

 

Wylls, que se diz vítima de perseguição e homofobia na Câmara dos Deputados, já chegou a dizer que difamadores também não passarão. “Não vão ficar impunes”, avisou o deputado. 

 

 

 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC) gravou um vídeo para se defender das acusações de que teria dito em uma conversa com a jornalista Patrícia Lélis, por meio do aplicativo Telegram, que iria acabar com a vida dela. Bolsonaro também teria dito que ela iria “se arrepender de ter nascido” e a chamado de vagabunda. Lélis fez diversos prints da suposta conversa. 

O filho do pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) garantiu que o print da conversa é falso. Eduardo também falou que a jornalista já foi diagnosticada com mitomaníaca, um transtorno de personalidade que faz com que a pessoa minta compulsivamente.

##RECOMENDA##

“Ela, que já teve uma falsa comunicação de estupro, já teve diversas histórias mal contadas. Inventou um namoro comigo, que nunca existiu, teve também uma história que ela inventou um boato, uma conversa com um jornalista de que ela abortou de mim, coisa que é absolutamente impossível, e agora um print que ela inventou, um print mentiroso", contou. 

[@#video#@]

Eduardo Bolsonaro afirmou que pretende processá-la por denunciação caluniosa quando o processo for arquivado. Ainda disse que “o real objetivo” da jornalista é porque, segundo ele, Lélis vai ser candidata a deputada federal e que por esse motivo ela está envolvida em boatos com políticos. 

O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSC) realizou uma transmissão ao vivo, em seu Facebook, para saber a opinião sobre um projeto polêmico em tramitação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), de autoria do deputado estadual Figueiredo. A proposta visa que seja divulgada uma lista na internet com as fotos de pessoas condenadas pelo crime de estupro. 

O filho do pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que, no Brasil, “a cultura da impunidade” faz com que a legislação seja tratada de uma forma romântica e “a favor do marginal”. “A gente vai dar mais valor ao que? Ao direito de uma pessoa condenada por estupro ou a gente vai dar mais valor ao direito da mulher, da vítima e da criança, que são violentadas por esse tipo de marginal?”, indagou Flávio. 

##RECOMENDA##

O parlamentar contou que já sofreu um processo, no Rio de Janeiro, por ter divulgado em sua página no Facebook, a foto de um menor estuprador, mas foi absolvido em segunda instância. “Na minha cabeça era importante fazer com que as pessoas soubessem que ele estava por aí e que podia cometer outras vítimas. Minha preocupação era pensando no direito de todas as mulheres, que são as principais vítimas”, se defendeu. 

Flávio Bolsonaro também ressaltou que é direito de todos se protegerem desse tipo de pessoa, salientando que os números de reincidentes é muito alto. Ele ainda avaliou ser importante haver representantes no Congresso Nacional, nas assembleias, e nas câmaras de vereadores que tenham o pensamento alinhado com o seu. 

O deputado federal Marco Feliciano (PSC) fez uma transmissão ao vivo, na noite dessa terça-feira (10), de uma manifestação na Câmara dos Deputados realizada por deputados a favor de Lula. No vídeo, diversos parlamentares seguram cartazes escritos “Lula Livre” e entoavam “Lula, guerreiro do povo brasileiro”. Ao mesmo tempo, é possível escutar uma voz que rebatia: “Lula, ladrão, do povo brasileiro”. 

Feliciano fez uma crítica pelo ato afirmando que o “circo” estava começando. O pastor também falou que o PT e a esquerda não aceitam que o ex-presidente é um “criminoso”. “Começou o circo, começou o mimimi aqui na Câmara dos Deputados. Estou aqui no plenário, os deputados do PT, os deputados da esquerda, além de obstruírem as votações, não aceitam entregar, não largam o osso. Não aceitam que Lula é um presidiário, não aceitam que Lula é um criminoso”, disparou.

##RECOMENDA##

[@#video#@]

O deputado reafirmou o apoio a favor de Lula continuar preso. “Fizeram o showzinho deles, querem impedir todas as votações aqui na Casa. Não aceitam a derrota e assim vai o Brasil, triste né? Lula na cadeia, Lula na cadeia. Nada de Lula livre não”, frisou. 

 

De acordo com o líder da oposição, José Guimarães (PT), em protesto contra a prisão de Lula, os parlamentares do PT, PSOL, PcdoB e do PDT não votarão nenhum projeto durante esta semana. Por sua vez, deputados contra o líder petista fizeram diversas críticas. O líder do PSDB, Nilson Leitão, chegou a falar que o momento desgasta a imagem do país. “É lamentável o que o Brasil está vivendo. Não deveríamos estar vivendo isso”, disse. 

 

Nesta segunda-feira (9), o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) voltou a falar sobre as ameaças de morte que diz sofrer. O parlamentar divulgou um vídeo no qual revela algumas das ofensas como “viado nojento e asqueroso”, “tinha que linchar esse Jean Wyllys”, “esse cara deveria ser enforcado” e “isso é doença”, em referência a sua opção sexual. 

O psolista falou que as ameaças acontecem quase todos os dias desde o primeiro ano do seu mandato e que também atingem aos seus familiares. “Pelo simples fato de ser gay assumido com orgulho e trabalhar politicamente pelos direitos de minorias sexuais e étnicas”, salientou. 

##RECOMENDA##

O deputado ressaltou que os discursos de ódios não podem ser minimizados porque têm produzido assassinatos e vítimas. “Essas ameaças e difamações orquestradas, especialmente em redes sociais, são reais e não podem ser simplesmente ignoradas, ou, como pede o senso comum, rotulados como "vitimismo”. 

Recentemente, Jean Wyllys disse que seus advogados iriam representar uma queixa-crime contra a desembargadora Marília Castro Neves, que ficou conhecida por ter afirmado que a vereadora assassinada Marielle Franco (PSOL) era “engajada com bandidos”. A magistrada fez uma publicação, em 2015, em seu Twitter defendendo que o psolista fosse “fuzilado em um paredão profilático”. “Isso mesmo, uma desembargadora propôs publicamente a minha morte”, lamentou na ocasião. 

O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSC) utilizou um trecho de uma polêmica entrevista antiga que o pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) concedeu no qual fala que para não ser preso "é só não estuprar e não praticar latrocínio" para comentar a prisão decretada ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

No vídeo publicado em seu facebook, Flávio, sem tocar no nome de Lula, detona ao indagar: “Você está com peninha de bandido, vagabundo, corrupto, ladrão? Ouve isso aqui?”. Em seguida, aparece o trecho da entrevista concedida pelo seu pai Jair Bolsonaro. 

##RECOMENDA##

Na entrevista, Jair Bolsonaro dispara: “É só você não estuprar, não sequestrar, não praticar latrocínio que tu não vai para lá, porra, acabou. Quer dar vida boa para aqueles canalhas? Ele f... nós a vida toda e daí nós, trabalhadores, vamos manter esses caras presos na vida boa? Tem é que se f.., acabou”, dispara o presidenciável. 

Por sua vez, em seu Twitter, Jair Bolsonaro apenas usou a frase “boa noite” e uma figura com a bandeira do Brasil. Apesar de preferir não se pronunciar até agora, Bolsonaro comentou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de negar o habeas corpus a Lula. “Após a decisão do STF, cabe a cada um de nós se empenhar para mudar o destino da nossa Pátria. Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, disse. 

Sem papas na língua, o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSC) foi direto ao falar sobre Lula durante um ato a favor da prisão do ex-presidente, que aconteceu em Copacabana, no Rio de Janeiro. O filho do pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) disparou por meio de um vídeo: “Lula na cadeia porque lugar de bandido não é atrás de voto e, sim, atrás das grades”. 

Flávio falou que o líder petista deve ser preso não pode medo dele ser candidato a presidente, mas porque errou. “Acho que o Lula tem que tomar uma surra seja nas urnas, seja da lei porque ele errou e um criminoso tem que cumprir o que a lei estabelece como pena, não é passar mão na cabeça de marginal. Não é uma lei diferente para um cidadão e diferente para outro. A lei é para todos ou deveria ser”, declarou.

##RECOMENDA##

O deputado disse que há milhares de brasileiros indignados que não aguentam mais ver tantos “vagabundos conseguindo se dar bem” burlando a lei. “Pagando advogado que cobram milhões para defendê-los porque tem conchavo na Corte mais alta do país”.

Ele pediu que os ministros do STF cumpram com a Constituição Federal e mantenham a coerência. “Que o Supremo continue entendendo que a prisão em segunda instância é possível sim e não aguardar o trânsito em julgado. Se o Supremo mudar o seu entendimento milhares de marginais, além de Lula, vão se sentir a sensação de impunidade mais forte do que nunca. Eu quero muito estar errado, mas talvez alguns [ministros] ainda estejam querendo pagar uma conta com o Lula com o habeas corpus”. 

O irmão de Flávio, o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PSC), também participou do protesto afirmando que “a ideologia da esquerda” tem denominado todo o setor da sociedade levando adiante destruição. “É impossível falar de corrupção sem falar de ideologia. A ideologia é tão importante quanto a corrupção. Vivemos em um momento ideológico no pais onde é extremamente preocupante a ideologia de esquerda, que tem dominado todo o setor da sociedade e levado adiante tudo o que nos destrói”, pontuou.

Depois do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, e do presidente da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE), Carlos Veras, lançarem seus nomes para disputarem um cargo na eleição de outubro, foi a vez de um dos líderes do polêmico Movimento Brasil Livre (MBL) colocar seu nome no pleito: Kim Kataguiri anunciou sua pré-candidatura a deputado federal pelo DEM de São Paulo. 

Kataguiri ficou bastante conhecido por ser um dos protagonistas nas articulações dos protestos a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Será a primeira vez que ele participa de uma eleição. O ativista, dono de discursos diretos, chegou a causar ao afirmar que a população brasileira deseja “o fim” de Lula. “O povo já decretou seu fim, Lula. O povo quer ver você na cadeia”, disparou em uma postagem em seu facebook. 

##RECOMENDA##

Kim Kataguiri também polemizou ao, certa vez, publicar no seu Facebook uma foto com uma arma na Rocinha, no Rio de Janeiro. A repercussão foi ainda maior por ele ironizar ao usar um boné personalizado da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e uma blusa da  União da Juventude Socialista (UJS). Na postagem, ele escreveu: “Cansei de bater panela, agora vou fazer revolucion”. 

O dirigente disse que sua candidatura vai ser “na raça”. “Está lançada a nossa pré-campanha. Vamos precisar muito da ajuda de vocês. É a nossa primeira campanha e, diferente dos candidatos tradicionais, não temos apoio de dezenas de prefeitos e milhares de cabos eleitorais. Vai ser na raça. Há os que dizem que, dado o nosso alcance no Facebook, já estamos eleitos. Pura ilusão, like não é voto. Precisamos trabalhar, e muito”, ressaltou. 

O MBL, de acordo com ele, pretende lançar 20 candidatos a deputado federal por diversos partidos e o objetivo é alto: eleger, ao menos, 15.

O deputado estadual Cleiton Collins (PP) prestigiou uma cerimônia realizada, na Câmara Municipal do Recife, em homenagem aos 25 anos da União dos Militares Evangélicos da Polícia Militar de Pernambuco (UNEV). Durante o evento, que aconteceu nesta semana, em um breve pronunciamento, o parlamentar fez uma declaração polêmica. Collins afirmou que as pessoas mais discriminadas no país são as evangélicas. 

“A gente vive em um país com discriminação. Discriminação de todas as espécies no nosso país, mas quem mais foi discriminado em nosso país foram os evangélicos, essa é a grande verdade”, afirmou. 

##RECOMENDA##

No entanto, Cleiton Collins falou que ninguém pode “calar” o evangelho. “Nós vamos continuar avançando quer queiram ou não, o evangelho ninguém pode calar. Ninguém pode calar a voz do nosso Deus. Se o seu povo não quiser falar, fique tranquilo, as pedras vão falar por nós”, declarou. 

O deputado, que é pastor da Igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira, fez todo o discurso voltado à religião. “Se não fosse o Senhor, o que teria sido de nós?”, indagou ressaltando que todos os homens precisam de oportunidades.

“Às vezes, as pessoas olham para um ex-presidiário, ex-dependente químico, que no meio de uma sociedade, que não quer ver a restauração dessa pessoa, não há oportunidades”, lamentou. Ele ainda parabenizou os militares pedindo bênçãos a todos. 

 

 



O deputado estadual Edilson Silva (PSOL), durante um ato público contra a transfobia e lgbtfobia, comentou a agressão física motivada por transfobia a uma estudante transexual do curso pré-vestibular da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na última sexta-feira (23). A jovem Dália Costa foi espancada por dois homens perto de uma parada de ônibus da instituição. 

O psolista falou que não dá mais para aceitar esse tipo de violência e que a sociedade precisa ser “absolutamente intolerante” com qualquer tipo de agressão. “Seja uma agressão no corredor, seja um xingamento, nós temos que usar todos os instrumentos que temos na Defensoria Pública, no Ministério Público, na Câmara de Vereadores, e fazer um escândalo em qualquer tipo de agressão porque é com essa intolerância que a gente vai fazer esses fascistas recuarem”, disse. 

##RECOMENDA##

Edilson Silva definiu a agressão como covarde e inaceitável. “Nós somos sabedores que não foi a primeira e que não será a última. Essas agressões psicológicas, verbais e físicas são cotidianas. Essa covardia, postura fascista, intolerante e inaceitável está ganhando corpo”.  

“Fiquei muito tocado com isso e temos que pegar esses exemplos como foi o caso de Dália e de Marielle também e fazer uma resistência intransigente, segundo a segundo, dando os nomes, denunciando e mostrando para esses agressores que nós não vamos tolerar”, ressaltou o deputado. 

Ele chegou a alfinetar o Governo de Pernambuco dizendo que é preciso condições reais para efetivar políticas públicas. Edilson ainda falou que o governo faz propaganda sobre ter um centro de combate à homofobia, mas que não funciona como deveria. “Não tem sequer um veículos. Acontece uma agressão em Caruaru, você tem que esperar o veículo chegar e ver se tem motorista para a equipe técnica poder fazer o atendimento”, criticou. 

O deputado federal Waldir (PR) utilizou o facebook para falar sobre um fato que deve indignar muita gente. De acordo com o parlamentar, no Brasil, os gastos em média com um preso é de R$ 40 mil por ano. Ele equiparou o alto valor ao gasto com um aluno universitário que, segundo ele, é de R$ 15 mil, ou seja, menos da metade. 

O deputado é autor de um projeto, que tramita na Câmara dos Deputados, visando que o presidiário pague por suas despesas como alimentação, uniforme, produtos de higiene, assistência médica, odontologia e psicologia, e até mesmo estadia durante todo o cumprimento da pena. Waldir disse que não é justo os benefícios gratuitos que os condenados atualmente recebem. 

##RECOMENDA##

“Não é justo que o apenado continue comendo e vivendo à custa da população que produz e paga altos impostos. Eu apresentei esse projeto para que o custo da prisão seja pago pelo condenado”, reiterou. 

Em respostas aos comentários diversos após divulgar o projeto, Waldir ainda ressaltou que é necessário “pegar pesado” com a bandidagem. “Se estão presos é por escolha própria e não por culpa da sociedade. Chega de moleza”, escreveu. 

Ele também é autor de outra proposta radical para mudar os procedimentos de visita nos presídios acabando com o contato físico entre presos e visitantes, inclusive com advogado. Ele já ressaltou que presídios não são hotéis nem pousadas. 

 

Após o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, surpreender a muitos lançando a sua pré-candidatura a presidente do Brasil, foi a vez de mais um dirigente social colocar o seu nome para concorrer a uma vaga na eleição de outubro: Carlos Veras, presidente da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE), será candidato a deputado federal pelo PT. Em entrevista concedida ao LeiaJá, nesta segunda-feira (26), ele falou sobre a necessidade de um representante da classe trabalhadora no Congresso Nacional. 

Veras contou que essa é uma estratégia nacional construída com os movimentos sociais desde 2016. “Nós estamos em cada estado uma pré-candidatura a deputado federal para que a classe trabalhadora tenha no Congresso Nacional uma representação. Não dá para a gente estar nas ruas lutando todo santo dia em defesa dos nossos direitos, vendo um Congresso conservador representando o capital das elites assaltando e roubando os nossos direitos, e quando chegar a eleição ver os trabalhadores e os dirigentes votando nos seus algozes, naqueles que estão retirando os nossos direitos”, justificou. 

##RECOMENDA##

O presidente da CUT-PE falou que não tem medo de críticas porque já as enfrenta há muito tempo. “E depende também das críticas porque eu tenho certeza que os trabalhadores que acordam todos os dias cedo, que lutam para trabalhar, não vão estar nos criticando. Aqui em Pernambuco fui escolhido pelo conjunto dos dirigentes sindicais do campo e da cidade e dos movimentos sociais para representá-los nesse projeto. É uma pré-candidatura legítima da classe trabalhadora aqui em Pernambuco”. 

Ressaltou também que os parlamentares que estão no Congresso não representam os trabalhadores. “Se a gente tivesse lá uma maioria a favor dos trabalhadores, tudo o que passasse por lá seria a favor dele e não do capital privado. Porque passou a reforma trabalhista? Porque passou a reforma do ensino médio? Porque é que estão vendendo tudo que existe neste país? Porque é que houve um golpe?", indagou. 

Carlos Veras se mostrou confiante sobre a possibilidade de sair vitorioso. “Eu tenho certeza que vamos mudar o Congresso Nacional em cada estado elegendo um federal dos trabalhadores. São eles que vão estar construindo a nossa pré-campanha e são eles que vão construir o nosso mandato porque nós precisamos de algo diferente, mas não vamos para lá fazer mais do mesmo. Tem que fazer diferente. Nós precisamos renovar e estamos apresentando algo novo“, ressaltou. 

A briga protagonizada entre os ministros Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, durante sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda está dando o que falar. Durante o episódio, Barroso chegou a dizer que Gilmar “envergonhava” os demais ministros. “Vossa Excelência sozinho desmoraliza o tribunal”, disparou Barroso.

A discussão agressiva, que aconteceu na última quarta-feira (21), continua causando grande repercussão. O deputado federal Waldir (PR) comentou o caso afirmando o que muitos deverão concordar. “O STF deveria ser a Casa de juízes de carreira escolhido pelos próprios pares em votação direta e não como é hoje: juízes escolhidos por partidos e políticos, muitos envolvidos em falcatruas e investigações como FHC, Collor, Lula, Dilma e Temer”, declarou.

##RECOMENDA##

Waldir salientou que a atual forma de escolher os ministros resulta no quadro de hoje. “Impunidade, medidas contra a Lava Jato e contra a corrupção. Covardia pura, pior, pagamos os salários e mordomias dessas aberrações. São fiscalizados por quem? Deitam e rolam em decisões para lá de suspeitas no favorecimento de criminosos. Até quando? Bolsonaro vem aí e o bicho vai pegar, eu acredito”.

O parlamentar ainda chamou Gilmar Mendes de “compadre de bandidos”. “Ouviu na sua casa, no STF, algumas verdades. Herança do PSDB, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, aquele contrário ao armamento do cidadão, favorável a liberação do uso de drogas, favorável ao aborto, contra o aprisionamento de criminosos, contrário a redução da maioridade penal, defensor dos Direitos Humanos, da bandidagem, e mencionado na Lava jato”, alfinetou.

Após fazer uma declaração polêmica em sua conta do Twitter sobre a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL), o deputado federal Alberto Fraga (DEM) decidiu suspender por um tempo o seu Twitter e o Facebook. Em uma postagem apagada, o parlamentar escreveu: “Conheçam o novo mito da esquerda, Marielle Franco. Engravidou aos 16 anos, ex esposa do Marcinho VP, usuária de maconha, defensora de facção rival e eleita pelo Comando Vermelho, exonerou recentemente 6 funcionários, mas quem a matou foi a PM".

De acordo com a assessoria do deputado, ele e a sua família estavam sofrendo ameaças diversas. Fraga tentou se desculpar no Twitter, mas foi tarde. “Reconheci o erro e retirei o post da minha página. Tenho consciência da minha responsabilidade com o povo e com o trabalho em prol da segurança pública”, tentou se defender.

##RECOMENDA##

O PSOL já avisou que está analisando a possibilidade de uma ação judicial e informou que vai denunciá-lo ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. 

 

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL) fez mais um desabafo sobre a morte da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL). O psolista falou que estava quase sufocado e que continua chorando. “Chorar, lamentar, indignar-se, conjecturar. Minha cabeça é um turbilhão e minha cabeça dói. O choro e uma febre emocional exauriram minhas forças. Estou quase sufocando”, disse por meio do seu facebook. 

Jean questionou porque assassinar uma pessoa que lutava por um mundo com mais dignidade humana. “O que fazer? Marielle sou eu, somos nós todos e todas que acreditamos num mundo mais justo, mas ético, melhor, mais solidário, mais humano, mais diverso, mais vivo, mais igual, mais farto, mais alegre e mais verde”. 

##RECOMENDA##

O deputado detonou as pessoas que mataram Marielle afirmando que são “canalhas, malditos e covardes”. Atirem, mas fiquem, deem as caras, mostrem-se, esperem as consequências de seu ato covarde e odioso. Mas não. Matam e correm, como o fazem os covardes mais abjetos. Insultam e ameaçam sob perfis falsos, e-mails falsos, ligações anônimas. Enquanto nós travamos nossa luta às claras, nas ruas, nas tribunas, nas redes. Marielle está morta. Canalhas covardes, assassinos malditos, mas as ideias dela são à prova de bala”. 

 

“Enquanto vocês, executores e mandantes do assassinato de Marielle mofarão mais cedo ou mais tarde numa cadeia qualquer, execrados pela opinião pública e, junto com vocês, gerações de suas famílias. Enquanto isso, Marielle se multiplicará em muitas e muitos de nós. Vocês não avançarão. Se quiserem avançar para além desse ato covarde, terão que produzir mais cadáveres, pois estaremos doravante de pé, de boca e peitos abertos, canetas e celulares nas mãos, dedos em prontidão para continuar denunciando os abusos e as injustiças e defender nossa democracia e nossas vidas. Continuo chorando, mas as lágrimas não arrastam só tristeza; elas agora trazem também a indignação e vontade de me levantar do chão”, ressaltou. 

 

 

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL) contou que se reuniu, nessa segunda-feira (12), com a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos onde foi aprovada uma proposta de declaração para que o Parlasul [Parlamento do Mercosul] reconheça algumas demandas em relação ao Dia Internacional da Mulher. Entre as solicitações, uma recomendação específica: que todos os parlamentos dos países membros avancem na descriminalização da interrupção da gravidez indesejada.

O deputado disse que legalizar o aborto vai evitar morte de mulheres e criticou a Câmara dos Deputados do Brasil afirmando que é tomada “por fundamentalistas e conservadores”. “Que ainda não aceitou sequer iniciar o debate desse projeto tão necessário para evitar as mortes de mulheres por abortos inseguros e garantir o direito de todas elas a decidir se e quando querem ter filhos, porque a gravidez é escolha e não destino. Meu projeto, além de legalizar o aborto, estabelece políticas públicas para a educação sexual, prevenção da gravidez indesejada e o acesso aos métodos contraceptivos”, ressaltou.

##RECOMENDA##

Jean Wyllys falou que o Brasil está “muito atrasado nessa luta”. “Em 2015, eu apresentei o PL 882, inspirado na campanha pelo aborto seguro, legal e gratuito da Argentina e nas leis espanhola e uruguaia e elaborado em parceria com o setorial de mulheres do PSOL e com diversos movimentos feministas”, reiterou. 

O psolista ainda ressaltou que, na semana passada, mais um projeto de lei em referência ao “aborto seguro, legal e gratuito” foi apresentado no Congresso da Argentina com assinaturas de mais de 70 parlamentares decidindo por avançar nessa discussão. 

Ele também se colocou a favor de que o Mercosul aprove recomendações para que os países contemplados se posicionem “contra as violências e desigualdades de gênero, das diferentes formas de opressão e discriminação contra as mulheres, e assumam o compromisso com os direitos trabalhistas das mulheres afetadas pela precarização, a desigualdade salarial e o assédio sexual nos locais de trabalho”. 

 

 

 

 

 

Um vídeo com imagens fortes de uma suposta filha chutando e puxando o cabelo da própria mãe tem chocado nas redes sociais. Um cidadão, que deve ter escutado o barulho da confusão, adentrou ao prédio e conseguiu flagrar o exato momento da agressão. É possível ver nas imagens a agressora chamando a senhora de “desgraçada”, jogando um objeto no chão, e afirmando que a mãe a fez passar “vergonha na frente dos amigos”. O caso teria acontecido neste final de semana. 

O deputado federal Delegado Waldir (PR) compartilhou o vídeo em seu facebook afirmando que mães são “pessoas maravilhosas”, mas que milhares são violentadas fisicamente e psicologicamente silenciosamente em diversos lares. “São xingadas, tomam o dinheiro de sua pensão, tiram seu alimento, sua saúde e sua vida. São filhos covardes, cruéis, que não merecem perdão, mas infelizmente continuam convivendo entre nós. São imagens raras, inacreditáveis, mas estão aí”, lamentou. 

##RECOMENDA##

[@#video#@]

“Nos carregam, em regra, 9 meses no seu útero, em alguns casos, mesmo não gerando, nos criam com todo o amor e carinho, acorda de madrugada, nos leva no médico quando necessário, limpa nossas fraldas, cozinha, lava, passa e ajuda formar nossa personalidade. É também quem nos leva na escola, no lazer, e é quem mais nos ama e nos protege, você acredita que algum filho possa agredir, humilhar, essa pessoa?”, indagou. 

Internautas se mostraram indignados. “Isso me dá náusea de ver e ouvir. Como pode existir tanta crueldade. Que ser desumano é esse capaz de tanta maldade. Nem de animal pode se chamar essa criatura horrível e sem nome. Que seja feita justiça”, escreveu um. 

Sempre reiterando que é vítima de preconceito e de mentiras dos difamadores, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) contou que, na próxima segunda-feira (12), irá divulgar não apenas o nome como também o rosto das pessoas que insistem em difamá-lo. “A polícia também vai saber e seus empregadores. Vamos expor toda a canalhice deles sem censura”, prometeu.

O deputado falou que esse tipo de pessoa é igual as demais, mas que depois da meia-noite, na escuridão do quarto e com um computador com internet, assumem outro personagem. “Eles são pessoas normais como você e como eu. Têm pais, irmãos, filhos, amigos, cachorro, usam o mesmo tipo de roupa que você, vão à praia, tomam aquela cervejinha no boteco, não têm nada que os distinga. Você os conhece. São seus colegas de trabalho, seus vizinhos, seus amigos, talvez até parte da sua família. Você nem imagina”, escreveu em seu facebook. 

##RECOMENDA##

Jean ressaltou que os difamadores além de publicar mentiras, adulteram fotos alheias no photoshop. “Também inventam tuites falsos de outras pessoas, criam histórias inverídicas para difamar artistas e políticos de esquerda, insultam, falam grosserias, ameaçam, incitam à violência contra os outros. E fazem tudo isso atrás da tela do computador, achando que vão ficar impunes”. 

 

O psolista já tinha avisado, anteriormente, que não ficarão impunes os que o tentam difamar e chegou a dizer que sua conduta é “julgada” de maneira diferente dos outros políticos por ser gay. “Era como se eu não merecesse respeito. Eu sei a maneira como os meus colegas se dirigem aqui a mim nas sessões e a maneira como cada conduta minha aqui é julgada diferente da maneira dos homens héteros. Ninguém nunca me questionou como é a relação de um gay no mundo do trabalho. A homofobia ela é insidiosa”, lamentou. 

 

O deputado federal Daniel Coelho (PSDB) está otimista em relação a eleição 2018 no sentido de ter uma troca de governador em Pernambuco. Em entrevista ao LeiaJá, o tucano falou que há chances reais de vencer a máquina. “Sim, eu acho que há sim uma chance imensa. Eu acho que chegou a hora da mudança”, disse com convicção. 

“Pernambuco tem uma tradição de alternância de poder. Nenhum grupo conseguiu se estabelecer por muito tempo, então a gente sempre teve essa cultura de um período para um partido e um período para outro”, declarou. 

##RECOMENDA##

O tucano pediu por precaução afirmando que tudo acontece no tempo correto. “Esse afunilamento está vindo na hora certa com naturalidade. Não está sendo forçada essa escolha de um candidato. Está ocorrendo com tranquilidade e está colocado hoje que há uma união realmente local [da oposição], que independe das questões partidárias e das questões nacionais”. 

O parlamentar também falou que foi uma “estratégia acertada” os opositores do governo Paulo Câmara decidirem lançar um candidato único no grupo denominado “Pernambuco Quer Mudar”. “Porque facilita a composição das chapas para federal e senador. A tendência é, realmente, pelo que a gente tem visto, que seja uma eleição muito dura, muito disputada. É claro que a oposição precisa acertar o seu discurso e o seu programa de governo”. 

 

Durante o ato de filiação do pré-candidato a presidente do Brasil Jair Bolsonaro ao PSL, na noite desta quarta-feira (7), o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSC) fez críticas sobre diversos temas. O filho de Bolsonaro disse ser contra as audiências de custódia por colocar “milhares de marginais” fora da cadeia e falou que é necessário garantir segurança jurídica para os policiais. “Para eliminar os que estão levando terror para as ruas e prendendo o cidadão de bem dentro de suas casas”. 

Tocando no assunto sobre ideologia de gênero, Flávio falou que era uma “covardia o que está acontecendo com as crianças ensinando a fazer sexo” sem conhecimento das famílias. Ele ainda defendeu mais uma vez o direito do cidadão possuir uma arma de fogo. 

##RECOMENDA##

Ele ressaltou que aonde vai, até em outros países, há elogios a Jair Bolsonaro. “De que Bolsonaro está resgatando a crença pela política e que podemos viver em um país decente mais uma vez”. 

 

No discurso, o parlamentar ainda declarou que todos que irão se candidatar pelo PSL possuem uma “grande responsabilidade” e que podem falar que têm orgulho por fazer política de uma forma diferente da “velha ultrapassada e corrupta” feita pelo PT e PSDB, citando como exemplo. “[Foram] décadas de governo de esquerda destruindo este país levando para o fundo do poço (...) temos uma missão difícil, árdua, mas eu acredito que nós teremos um Brasil decente sob o comando de Deus”. 

 

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando