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Os mercados acionários europeus fecharam sem direção única nesta terça-feira, 24, à medida que as atenções novamente se concentrarão em torno do mercado de títulos públicos dos Estados Unidos. O juro da T-note de 10 anos voltou a subir e alcançou o nível simbólico de 3%, ainda embalado por expectativas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) acelere o ritmo de aperto. O dólar avançou ante outras moedas fortes, como o euro e a libra, apoiando ações de companhias exportadoras em solo europeu.

O índice pan-europeu Stoxx-600 fechou em queda de 0,13% (-0,51 ponto), aos 382,67 pontos.

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Apesar de algumas praças terem encerrado o dia em alta, o juro da T-note de 10 anos em 3% fez com que as máximas do dia fossem deixadas de lado. "O recuo das máximas intraday para os mercados europeus coincidiu com o rendimento da título americano de 10 anos finalmente atingindo o nível de 3% pela primeira vez desde 2014, enquanto o yield da T-note de 2 anos chegou a 2,5% pela primeira vez desde 2008", comentou o economista-chefe de mercados da CMC Markets UK, Michael Hewson.

De acordo com Hewson, alguns mercados europeus foram salvos pelo petróleo, à medida que o preço do barril do Brent se aproxima de US$ 75. Além disso, o Goldman Sachs afirmou que o setor de petróleo e gás devem ajudar a sustentar o índice FTSE-100, da Bolsa de Londres, como visto nesta terça-feira. O indicador fechou em alta de 0,36%, aos 7.425,40 pontos, com suporte da BP (+2,30%) e da Royal Dutch Shell (+1,19%).

Já em Milão, o índice FTSE-MIB avançou 0,22%, aos 24.035,49 pontos. Na praça, ações de instituições financeiras se destacaram: o Intesa Sanpaolo subiu 0,87% e o Banca Carige ganhou 3,57%. Na Bolsa de Paris, o índice CAC-40 fechou em alta de 0,10%, aos 5.444,16 pontos. Bancos também apresentaram leve alta, como o Crédit Agricole (+0,22%) e o BNP Paribas (+0,16%).

No entanto, em Frankfurt, o DAX apresentou queda de 0,17%, aos 12.550,82 pontos. Apesar da alta de 4,21% do Deutsche Bank, o Commerzbank recuou 1,21% e a Deutsche Telekom perdeu 0,70%.

O Ibex-35, de Madri, apresentou queda de 0,39%, aos 9.883,40 pontos. Já o índice PSI-20, da Bolsa de Lisboa, avançou 0,74%, aos 5.585,28 pontos.

Médicos na Universidade Johns Hopkins (JHU, na sigla em inglês) anunciaram nesta segunda-feira (23) a conclusão do primeiro transplante total de pênis e escroto em um militar que foi ferido no Afeganistão. A cirurgia com 14 horas de duração foi feita em 26 de março por uma equipe de nove cirurgiões plásticos e dois cirurgiões urologistas, disse a JHU em nota.

"Estamos otimistas que esse transplante vai ajudar a restabelecer as funções urinária e sexual próximo do normal para este jovem homem", disse W.P. Andrew Lee, professor e diretor de cirurgia plástica e reconstrutiva na Escola de Medicina da JHU.

Todo o pênis, o escroto sem os testículos e parte da parede abdominal vieram de um doador falecido. O militar pediu anonimato, mas divulgou uma curta nota, dizendo que espera deixar o hospital na semana que vem. "É um ferimento realmente incompreensível, não é fácil de aceitá-lo", disse.

"Quando acordei, finalmente me senti mais normal", completou. A nota não descreveu como o paciente se feriu. Transplantes penianos já haviam sido feitos, mas a soma do escroto representa um avanço adicional para a medicina.

Dois detetives da polícia da Flórida, nos EUA, invadiram um funeral para tentar usar o dedo do morto para desbloquear o telefone que lhe pertencia, informou o jornal Tampa Bay Times. O homem, identificado como Linus F. Phillip, é suspeito de tráfico de drogas e morreu em uma troca de tiros no final de março.

Logo após a morte de Phillip, os detetives foram à funerária onde o corpo estava sendo velado. Os oficiais até tentaram, mas não conseguiram desbloquear o telefone que estava bloqueado com as digitais do suspeito. Os oficiais desejavam obter mais informações para ajudar numa investigação de tráfico de drogas.

A noiva do suspeito, Victoria Armstrong, disse ao jornal Tampa Bay Times que se sentiu desrespeitada e violada com a atitude dos detetives, mas um porta-voz da polícia, o tenente Randall Chaney, informou que eles não precisaram de um mandado de busca porque não há expectativa de privacidade após a morte.

A Apple criou um novo robô para reciclar iPhones. Chamado Daisy, o equipamento pode separar nove diferentes modelos do celular e extrair as partes importantes deles, de uma maneira que os recicladores tradicionais não conseguem. Esses componentes podem então ser usados novamente, ajudando a reduzir o desperdício do processo de fabricação de telefones.

Segundo informa a Apple, o robô Daisy pode desmontar 200 iPhones por hora. Depois disso, ele remove os componentes e os ordena para reaproveitar os materiais valiosos. A empresa agora está encorajando as pessoas a reciclarem mais seus telefones, para que eles possam ser desmontados pela máquina.

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Para cada iPhone entregue até 30 de abril através de seu esquema de reciclagem, a Apple diz que fará uma doação para a ONG ambiental Conservation International, que tem sede em Washington, nos EUA. Esta, porém, é apenas uma das medidas ecológicas anunciadas pela Apple.

A empresa americana também revelou que a sua nova sede, construída na cidade californiana de Cupertino, vai usar energia de fontes 100% renováveis, e até fornecer excessos de produção à rede pública. A Apple está trabalhando para garantir que todas as lojas de varejo, escritórios, centros de dados e fábricas em todo o mundo, em todos os 43 países em que opera, funcionem com 100% de energia limpa.

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O Google está lançando um novo serviço de bate-papo para substituir as mensagens SMS padrão. Apelidado de Chat, o aplicativo será executado em telefones Android por meio de parcerias com dezenas de operadoras de celular em todo o mundo e chega para competir com o WhatsApp e iMessage, da Apple. As informações são do site The Verge.

Usando um novo padrão chamado Rich Communications Services (RCS), o aplicativo permitirá que os usuários enviem fotos, vídeos e GIFs de alta resolução, recebam recibos de leitura e vejam quando uma pessoa que está digitando uma resposta. As mensagens são enviadas pela internet.

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Mas se um usuário enviar uma mensagem no novo formato para outro que ainda não tenha um telefone compatível, o texto será transformado automaticamente no velho formato SMS, da mesma forma que o iMessage faz quando os donos de iPhone enviam textos para celulares que rodem outro sistema que não o iOS.

A tecnologia é uma evolução natural do SMS, modalidade que ainda é popular, mesmo com a presença do WhatsApp. Segundo o Google, cerca de 8 trilhões de SMS são enviadas por ano no mundo. Como o SMS, o novo padrão foi projetado para funcionar em diferentes redes de operadoras. Mas caberá às empresas habilitar o serviço.

A GSMA, um grupo global da indústria de celulares com sede em Londres, estima que 350 milhões de pessoas usarão o padrão RCS até o final de 2017. O grupo espera que esse número dobre em 2019. Nos EUA, os clientes da operadora Sprint já podem usar a novidade, e a T-Mobile disse que vai habilitar o recurso esse ano.

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Um dos primeiros e mais conhecidos serviços de compartilhamento de fotos, o Flickr, foi comprado pela empresa independente de hospedagem de imagens SmugMug. Em nota oficial, o Flickr informou que não haverá mudanças de imediato com as contas ativas, sendo possível logar e utilizar a plataforma normalmente. 

O Flickr foi criado em 2004 e adquirido pelo Yahoo em 2005 por aproximadamente US$ 25 milhões. O site se tornou popular entre os fotógrafos profissionais e amadores, hospedando 6 bilhões de fotos até 2011 e contando com 87 milhões de usuários registrados até 2013.

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O SmugMug, que foi criado em 2002, disse que nenhuma mudança será feita nos planos ou tarifas atuais do Flickr. "As contas gratuitas do Flickr são fundamentais para sua comunidade de fotógrafos influentes e engajados", informou a empresa, em nota oficial. Os termos do acordo não foram divulgados.

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O homem que teria sido o responsável por abrir fogo em um restaurante em Nashville neste domingo, deixando quatro mortos, foi identificado pelas autoridades como o mesmo que entrou em uma área restrita próxima à Casa Branca no ano passado, afirmaram autoridades policiais.

Segundo o porta-voz do departamento de polícia da Nashville, Don Aaron, o homem foi identificado como Travis Reinking, um homem branco de 29 anos. A sua permissão para portar armas havia sido revogada pelo FBI quando ele tentou invadir a Casa Branca, em 2017. Na ocasião, foram apreendidas também quatro armas, incluindo o rifle AK-15 que teria sido utilizado neste domingo.

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Aaron disse que as quatro armas apreendidas foram entregues a pai do suspeito.

Reinking ainda está foragido. Mais cedo, ele teria invadido um restaurante na cidade do Tennessee e deixado quatro mortos e dois feridos. Fonte: Associated Press.

A polícia de Nashville disse no domingo que está procurando o suspeito de causar um tiroteio no restaurante Waffle House, que deixou quatro pessoas mortas. Ele abriu fogo às 3h25 de domingo, informou o Departamento de Polícia Metropolitana de Nashville, no Twitter.

A polícia disse que o atirador era um homem branco de cabelos curtos que usava apenas calças pretas e um casaco. Um cliente do restaurante pegou a arma do suspeito, que então tirou o casaco e fugiu da área.

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A polícia disse que as autoridades estão procurando por Travis Reinking, de 29 anos. Ele é o suspeito, porque o carro em que o pistoleiro chegou estava registrado em seu nome.

A China demonstrou vontade de negociar com Washington, depois que o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, confirmou que está considerando uma viagem à China para discutir a crescente luta comercial entre os países.

O Ministério do Comércio da China, em uma declaração concisa, disse no domingo que Pequim recebeu a mensagem sobre o interesse dos EUA em chegar a Pequim para discutir questões econômicas e comerciais. A declaração, citando um porta-voz não identificado, disse: "A China recebe bem essa iniciativa".

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A manifestação ocorreu após as declarações de Mnuchin no sábado em Washington de que uma viagem à China está "sob consideração". Mnuchin, que não quis comentar sobre o momento da viagem, também disse estar "cautelosamente otimista" em relação a um acordo com Pequim. Um eventual acordo pode reduzir as tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo.

O recomeço das negociações formais entre Washington e Pequim pode sinalizar um degelo em um impasse comercial que fez com que os dois lados reduzissem as tarifas de alguns bens. As tensões entre os governos já afetaram grandes empresas de tecnologia de ambos os lados.

No início deste mês, o anúncio do presidente Donald Trump de que estava considerando ampliar o escopo das penalidades para incluir mais US$ 100 bilhões em produtos chineses causou uma resposta veemente do Ministério do Comércio da China, que se recusou a negociar enquanto os EUA aumentassem a pressão sobre o comércio do país.

Os Estados Unidos esperavam que os grupos empresariais americanos liberassem agora os itens a serem atingidos pelas tarifas e vários lobistas de Washington com fortes laços com o governo disseram que a lista está em grande parte concluída. Atrasar a publicação da lista pode se tornar uma maneira de sinalizar a Pequim que os EUA estão interessados em negociações - e como forma de encorajar Pequim a manter a pressão sobre a Coréia do Norte sobre as armas nucleares.

"A China tem sido muito útil nas sanções com a gente", disse Mnuchin.

Mas está longe de estar claro quanto tempo a administração Trump continuará a ser restrita quanto às tarifas. O representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, que é responsável pelas tarifas, tem passado a maior parte do tempo ultimamente tentando obter um acordo preliminar sobre o Acordo de Livre Comércio da América do Norte. Esses esforços continuarão na próxima semana.

A Coreia do Sul, a China, os EUA e o Reino Unido foram algumas das potências mundiais que celebraram a decisão da Coreia do Norte de fechar seu centro de testes nucleares.

A suspensão dos testes e a interrupção de lançamentos de mísseis balísticos intercontinentais foram anunciadas ontem (20) pelo líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. O anúncio foi veiculado pela agência de notícias oficial norte-coreana KCNA.

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Neste sábado (21), o governo da Coreia do Sul classificou o anúncio de um “progresso significativo” para desnuclearização da Coreia do Norte. Em um comunicado enviado pelo gabinete presidencial sul-coreano, Seul considerou que "a decisão da Coreia do Norte é significativa para a desnuclearização da península coreana" e disse, além disso, que “ajudará a criar um ambiente muito positivo para o sucesso das próximas cúpulas intercoreana e entre o Norte e Estados Unidos”.

O governo chinês, por meio de um comunicado publicado pelo Ministério das Relações Exteriores, destacou que a “China acredita que a decisão da Coreia do Norte ajudará a melhorar a situação na Península”, por isso “dá boas-vindas” a este movimento.

O Ministério de Relações Exteriores britânico divulgou um comunicado neste sábado no qual considerou o anúncio da Coreia do Norte como "um passo positivo". O texto acrescenta que o Reino Unido segue "comprometido a trabalhar com seus parceiros internacionais" para atingir o objetivo "de uma desnuclearização completa, verificável e irreversível" da península da Coreia e fazer isso "através de meios pacíficos".

Já a Rússia qualificou de um "passo importante" para a distensão na península coreana, segundo informou o Ministério de Relações Exteriores em comunicado. Moscou disse esperar que a situação se desenvolva "de forma positiva" e "em consonância com o 'roteiro ' proposto pela Rússia e a China". A chancelaria lembrou que esse documento prevê a suspensão das atividades militares na região e o estabelecimento dos contatos diretos entre Pyongyang, Seul e Washington.

Por outro lado, Moscou pediu aos EUA e à Coreia do Sul que respondam com reciprocidade e tomem medidas "adequadas" para conseguir resultados mutuamente aceitáveis nas próximas cúpulas bilaterais.

EUA

Os comentários de Coreia do Sul, China e Reino Unido ocorrem após manifestações do presidente dos EUA, Donald Trump, que em uma rede social chamou o anúncio da Coreia do Norte de "muito boa notícia" e de "grande progresso" tanto para o país asiático como para o mundo.

Dentro de uma semana, em 27 de abril, está previsto um encontro entre Kim Jong-un e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, na militarizada fronteira entre as duas Coreias, no que será a primeira reunião entre governantes coreanos em 11 anos.

Está previsto também, para entre o final de maio e começo de junho, outra reunião de cúpula entre o líder norte-coreano e Trump, a primeira da história entre os líderes de Coreia do Norte e EUA.

*com informações da Agência EFE

Donald Trump garantiu, neste sábado (21), que seu advogado pessoal, Michael Cohen, não se voltará contra ele, em meio a uma investigação judicial que poderia ter resultados negativos para o presidente americano.

Em uma série de tuítes, o mandatário desmentiu uma reportagem do jornal The New York Times relatando, baseada em várias fontes, que Cohen foi maltratado por Trump com "insultos gratuitos, comentários condescendentes e pelo menos duas vezes com ameaças de demissão".

A reportagem busca "destruir Michael Cohen e sua relação comigo, com a esperança de que ele mude de lado" em seu depoimento, disse o presidente. "Não imagino Michael fazendo isso, apesar da terrível caça às bruxas e da mídia desonesta".

Trump ainda afirmou que Cohen "é um homem de bem, com uma família maravilhosa".

Fiel defensor de Trump, Cohen foi o advogado principal da Trump Organization, grupo nova-iorquino do magnata, hoje dirigido por seus familiares, e também foi um dos porta-vozes da campanha presidencial.

O FBI, que investiga Cohen, fez uma operação de buscas em seu escritório, sua casa e seu quarto de hotel e confiscou milhares de documentos e arquivos. O presidente já denunciou, então, uma "caça às bruxas".

Embora Cohen, de 51 anos, não tenha sido indiciado, ele é investigado pelo escritório do procurador federal em Manhattan há algum tempo, que lia secretamente seus e-mails, em um novo capítulo das investigações realizadas pelo procurador especial Robert Mueller, que estuda uma possível relação da Rússia com a campanha eleitoral de Trump.

A Justiça está particularmente interessada nos negócios de Cohen. O advogado reconheceu publicamente ter pagado 130 mil dólares para Stormy Daniels em novembro de 2016, supostamente para silenciar a atriz, que alega ter tido um relacionamento com Trump em 2006, quando o presidente tinha acabado de ter um filho com sua esposa Melania.

Trump nega qualquer caso com a atriz pornô, cujo nome verdadeiro é Stephanie Clifford, e diz que não estava ciente desse pagamento.

Hanna Washlake aproxima o celular de uma tatuagem no antebraço, e ele começa a tocar uma gravação com a voz de sua mãe: "Estou orgulhosa de você, te amo muito".

Essa é uma "Soundwave Tattoo", um tipo de tatuagem criada e lançada no ano passado por Nate Siggard em Los Angeles.

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Trata-se de uma onda sonora pintada permanentemente na pele que pode ser lida e reproduzida por um aplicativo de celular. Sua empresa se chama Skin Motion.

As tatuagens quase sempre têm um significado especial registrado num pedaço de pele. Alguns eternizam um amor, um filho, os pais, ou um grupo musical, por meio de uma palavra, um símbolo, uma foto... E agora, um som.

Hanna, de 24 anos, dedicou sua 35ª tatuagem a sua mãe.

"Eu disse basicamente, sem dar muitos detalhes, 'me manda uma gravação de algo que você quer que eu escute sempre', para poder fazer e lhe dar de presente de dia das mães", no próximo 13 de maio.

Tiffany García foi responsável por tatuar a onda sonora, que Hanna começou a reproduzir sem parar.

"Oi, Hanna, sou eu, sua mãe. Estou muito orgulhosa de você, te amo muito e sempre te amarei. Mamãe te ama", diz a mensagem completa.

"É encantador ter sua voz comigo. Ela não será eterna, mas poderei escutar sua voz sempre que quiser", explicou à AFP.

- A inspiração -

Um comentário da namorada de Siggard, Juliana Damiano, foi a origem desta ideia.

Siggard, que já trabalhava há dez anos como tatuador, estava tatuando a onda sonora da música "Tiny Dancer", de Elton John, quando Damiano lhe disse: "Não seria maravilhoso se pudéssemos escutar essa tatuagem?".

Ele viu o potencial e tatuou em si mesmo o primeiro protótipo. Em seguida, subiu na internet.

Os sons, que podem ter no máximo 30 segundos, são variados. O de Siggard inclui um "Te amo" da namorada, seguido dos sons do seu bebê balbuciando.

Outra mulher tatuou o som do latido de seu cachorro.

"A maioria das pessoas faz algo baseado em motivos extremamente sentimentais, às vezes têm um áudio de uma criança, ou uma pessoa querida, ou, vai saber, o som de seu carro preferido, e querem ter ele sempre consigo, é importante para elas", explicou García, membro de uma rede de mais de 300 tatuadores de Skin Motion, em Torrance, 35km ao sul de Los Angeles.

Funciona assim: o usuário sobe um som no site da empresa; a página gera a onda a ser levada ao tatuador especializado, que passará a imagem para a pele.

- No aplicativo -

O aplicativo lê apenas ondas, não funciona com outras formas, ou imagens, e elas têm que ser tatuadas em uma superfície plana, como o antebraço.

Quando a tatuagem for ativada, deve-se pagar pelo serviço de reprodução. São 40 dólares no primeiro ano e, depois, 10 dólares anuais.

Pode-se ter mais de uma, mas cada tatuagem precisa de uma ativação diferente e, portanto, de pagamentos separados.

Os automóveis não poderão circular mais pelo Central Park a partir de 27 de junho, anunciou nesta sexta-feira (20) Bill de Blasio, que quer priorizar "a segurança e a saúde" dos visitantes, sejam pedestres, ciclistas, corredores ou patinadores.

Embora a circulação já fosse proibida no norte do emblemático parque de Manhattan, visitado anualmente por 42 milhões de pessoas e que no ano que vem festejará seus 160 anos, os carros ainda podiam circular pelas três ruas pavimentadas do sul, West Drive, Terrace Drive e Center Drive.

Mas a decisão, adotada antes do Dia da Terra em 22 de abril, não concerne às quatro ruas que cortam o parque, resguardadas por muros e cercas e vários metros abaixo de onde circulam os pedestres.

"Nosss parques são para as pessoas, não para os automóveis", disse de Blasio no comunicado. A decisão "reduzirá a contaminação do ar no parque e melhorará a segurança", afirmou.

A medida começará a valer em 27 de junho, dia seguinte do fim das aulas nas escolas públicas de Nova York, e no primeiro dia de abertura das piscinas públicas da cidade.

De Blasio já proibiu em janeiro a circulação de automóveis no Prospect Park, um grande parque emblemático do nordeste do Brooklyn, projetado por Frederick Law Olmsted e Calvert Vaux assim como o Central Park.

A fabricante de chips Qualcomm começou a demitir funcionários nos EUA, com o objetivo de cortar cerca de 1.500 pessoas do seu quadro para cumprir um compromisso com investidores de reduzir custos em US$ 1 bilhão, segundo informações da agência Bloomberg. Os cortes estão concentrados na Califórnia, mas vão atingir outras unidades da companhia.

A empresa, que atualmente possui 33.800 empregados, diz que oferecerá indenizações aos afetados pelas demissões. "Primeiro avaliamos as reduções de despesas não relacionadas a funcionários, mas concluímos que é necessária uma redução da força de trabalho para suportar o crescimento e o sucesso a longo prazo, o que acabará beneficiando todos os nossos acionistas", afirmou a Qualcomm em declaração ao site especializado The Verge.

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A Qualcomm cortou milhares de empregos em 2015 e tem lutado contra a queda nas vendas nos últimos anos. Em janeiro, a empresa foi atingida por uma multa de US$ 1,2 bilhão da União Europeia (UE) por violar as leis antitruste em uma série de acordos com a Apple.

A empresa também foi alvo de uma oferta de compra tumultuada da Broadcom por vários meses, mas o negócio foi abandonado depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, bloqueou o acordo em março por razões de segurança nacional.

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A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou, em palestra feita na Universidade Estadual de San Diego, na Califórnia (EUA), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde o último dia 7, está sendo submetido a “condições desumanas” na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba (PR). Sob a ótica de Dilma, o fato de Lula estar em sozinho em uma sala especial configura “um isolamento” e, para ela, “está é a pior punição" possível para o ser humano.

“Colocaram o Lula numa solitária. Eu tenho experiência de três anos de prisão durante a ditadura militar, e posso dizer que, passada a fase de interrogatório, quando sofríamos torturas brutais, éramos levados para o presídio, e o máximo sofrimento a que nos submetiam era a solitária. É a pior punição, quando não há tortura física”, declarou a ex-presidente que está em viagem pelos Estados Unidos. 

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A ex-presidente ponderou também acreditar que quem “usa a solitária como forma de tortura faz isto porque sabe que as pessoas precisam umas das outras”. “Esta situação é o absoluto mal estar de civilização, pois eles colocaram o Lula numa solitária. Lula é um homem forte, mas ele está sendo submetido a condições desumanas de prisão”.

Durante a palestra na Califórnia, Dilma Rousseff também pediu apoio à luta pela libertação do líder-mor petista. Para ela, ninguém, além de Lula, tem condições de levar o Brasil a se reencontrar.

“Lula é o maior líder político brasileiro, é o homem que reduziu a desigualdade no Brasil. Ele traduz a possibilidade de o Brasil se encontrar consigo mesmo. Um país como o Brasil não pode viver esta intolerância, esta absurda divisão e este ódio. Lula tem condições de, a partir de uma eleição livre, ganhando ou não, ajudar o Brasil a se reencontrar”, argumentou. 

“Ganhando, construirá pontes; perdendo, respeitará o resultado, jamais adotará uma atitude golpista, tentando mudar o resultado do jogo depois do placar ser anunciado, que foi o que fizeram comigo”, complementou.

Com apenas dez dias de vida, Maile fez sua estreia na política nesta quinta-feira (19), nos joelhos de sua mãe, a senadora americana Tammy Duckworth, primeira legisladora a votar no Congresso com seu bebê.

Condecorada ex-combatente do Exército americano, que perdeu as pernas em 2004 quando o helicóptero "Blackhawk" que pilotava foi atingido por um foguete no Iraque, Tammy chegou de cadeira de rodas e logo foi cercada por seus colegas.

"Foi adorável", disse Duckworth aos jornalistas, destacando que todos os senadores, incluindo o líder da maioria republicana, Mitch McConnell, se mostraram "muito cordiais e receptivos". Tammy Duckworth, 50 anos, se tornou no início do mês a primeira senadora a dar à luz durante seu mandato.

Em seu retorno ao Senado nesta quinta-feira, Tammy Duckworth quebrou outra barreira ao aproveitar uma mudança nos rígidos regulamentos da casa, que agora permite aos senadores levar seus filhos com menos de um ano ao plenário.

A Escola de Jornalismo da Universidade da Cidade de Nova York (CUNY na sigla em inglês) está com inscrições abertas até o dia 30 de junho para a bolsa de estudos McGraw Fellowship, que oferece 15 mil dólares para jornalistas interessados em desenvolver matérias aprofundadas com foco em negócios e economia global, com o suporte de diversas plataformas de mídia. 

O programa terá três meses de duração, período durante o qual os bolsistas apoio editorial e acompanhamento do desenvolvimento das reportagens através de parcerias entre a universidade e veículos de comunicação que possam publicar o material produzido. 

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Para participar, os interessados devem ter experiência de pelo menos cinco anos atuando como freelancers ou editores e submeter um formulário disponibilizado no site do programa de bolsas. Também é preciso enviar uma proposta de reportagem com no máximo três páginas, exemplos de trabalhos publicados, currículo e uma carta de recomendação. 

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Foi condenado nesta semana a 105 anos de prisão um homem que costumava se fantasiar de Homem-Aranha e limpar as janelas do hospital infantil de Nashville, nos Estados Unidos. Ele é acusado de abuso sexual de duas crianças.

Jarratt Turner, de 36 anos, teria ainda filmado os abusos e divulgado as explícitas imagens. Ele foi denunciado em junho de 2015, mas se dizia inocente. 

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Segundo o jornal Washington Post, Turner se ofereceu para cuidar de duas crianças entre outubro de 2014 e maio de 2015. A criança mais velha, com dois anos, foi filmada de forma sexualmente explícita dez vezes, enquanto o mais novo, com apenas alguns meses, foi abusado em seis ocasiões.

As imagens e vídeos foram realizadas no porão de Turner em um apartamento de Nashville. O acusado publicou as imagens na internet. Segundo o processo, a descrição de Turner no site dizia: "Eu amo os pequenos. Eu amo os meus pequenos e espero que vocês os amem também".

Na descrição de algumas fotos ele escreve: "Essas são algumas fotos que eu tirei do meu sobrinho. Nós temos muita diversão quando eu saio com ele". Ele também escreveu: "Eu amo esta garotinha mais do que qualquer coisa".

O material foi compartilhado através de um WiFi público de uma cafeteria. Um empregado contou aos investigadores que Turner visitava o estabelecimento com frequência e ficava sentado por muito tempo.

 

Muitos brasileiros que viajam para outros países aproveitam a oportunidade para comprar um novo smartphone. O preço do aparelho lá fora é maior chamariz, mas será que vale mesmo a pena fazer a aquisição no exterior? Uma pesquisa realizada pela plataforma de descontos online Cuponation diz que na maioria dos casos sim.

O levantamento levou em conta os valores dos telefones de última geração de marcas como Apple, Samsung e Motorola e realizou a comparação entre os cinco grandes varejistas do Brasil e dos EUA. O iPhone X, por exemplo, sai por cerca de R$ 6.453 em sites nacionais.

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Mas se o consumidor optar por comprar o mesmo aparelho nos EUA com o cartão de crédito, desembolsará aproximadamente R$ 4.515. E se preferir pagar o preço em dinheiro, R$ 4.261, mostrando que o brasileiro paga, aproximadamente, 51% a mais pelo mesmo produto.

Segundo a pesquisa, dentre os modelos de iPhone pesquisados, o único que vale a pena comprar no Brasil é o iPhone 7 Plus de 128 GB, com preço médio nas lojas virtuais brasileiras de R$ 3.364, contra R$ 3.462 adquirido por cartão de crédito.

Se considerarmos o Zenfone 4 de 64 GB, ainda fica vantajoso para o consumidor adquirir o aparelho lá fora. No exterior, o smartphone da Asus pode ser comprado por aproximadamente R$ 1.458 no cartão de crédito. O valor diminui para R$ 1.375 se ele pagar com dinheiro. Aqui no Brasil, a média de preço do mesmo modelo é de R$ 1.905.

A mesma tática também vale para os modelos Galaxy Note 8 e Galaxy S9, da Samsung. A pesquisa ainda aponta a diferença dos encargos se o consumidor optar por comprar no cartão de crédito internacional ou em dinheiro.

No caso da compra com o cartão de crédito, a alíquota de 6,38% é calculada sobre o valor do produto, referente ao IOF. Entretanto, se o consumidor optar por comprar a moeda estrangeira, o imposto vai para 0,38%. Em ambos os casos, ainda é possível verificar que os preços no Brasil ficam mais altos na maioria dos casos.

"O fato não só reforça o quanto o celular é utilizado pelo brasileiro, mas também o quanto é desejado pela população que paga altos encargos em produtos eletrônicos, que fazem parte dos itens mais comprados na viagem ao exterior. Então, vale a pena economizar na próxima viagem para desfrutar do melhor da tecnologia por um preço mais em conta", diz a empresa.

A pesquisa completa pode ser acessada aqui.

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Mais de um mês depois de anunciar que faria uma ligação para o presidente norte-americano, Donald Trump, o presidente Michel Temer ainda não oficializou o pedido de ligação para a Casa Branca.

Segundo fontes do Planalto, o governo brasileiro quer ter a situação em torno da sobretaxação das importações de aço e alumínio nos Estados Unidos totalmente resolvida para poder fazer o contato.

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Oficialmente, a área internacional da Secretaria de Comunicação da Presidência da República disse que "não houve pedido formal para que fosse feito telefonema para a Casa Branca".

No dia 14 de março, durante o Fórum Econômico Mundial, realizado em São Paulo, Temer afirmou que ligaria para Trump para discutir a medida que tem potencial de atingir em cheio a indústria siderúrgica brasileira.

Na semana seguinte, mesmo sem o governo americano emitir comunicado oficial, Temer anunciou, durante a abertura da 47ª Reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que a sobretaxa de 25% no aço e a de 10% no alumínio seriam suspensas enquanto as conversas estivessem em curso.

"Soube agora de uma declaração da Casa Branca de que o Brasil é um dos países que começarão as negociações, que visam a eventuais exceções das tarifas de importação do aço e do alumínio", disse Temer na ocasião.

O presidente brasileiro acrescentou que, segundo mensagem recebida do governo de Donald Trump, as taxas não seriam aplicadas enquanto as conversações não forem concluídas. "Portanto, uma boa notícia", comemorou Temer.

Depois do anúncio, cresceu a expectativa de que Michel Temer ligasse para Donald Trump para agradecer a medida. Apesar disso, destacam agora auxiliares do presidente, como a situação ainda não está definida totalmente, "não há o que agradecer a Trump".

Interlocutores de presidente destacam que a relação entre os dois países é cordial e ressaltam, por exemplo, o anúncio feito pela Casa Branca no último dia 10 de que o vice-presidente dos Estados Unidos, o republicano Mike Pence, vai visitar o Brasil no mês de maio.

Pence, inclusive, representou Trump na Cúpula das Américas, onde teve a oportunidade de estar com Temer. Apesar disso, não houve uma definição bilateral.

Temer deve mesmo se encontrar com Trump na Assembleia Geral da ONU, em setembro, em Nova York.

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