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O YouTube apagou de sua plataforma 8,3 milhões de vídeos nos últimos três meses de 2017. A maioria desse conteúdo eram spam ou tentativas de upload de conteúdo adulto, revelou a empresa, que pertence ao Google.

Mais de 80% dos vídeos removidos foram identificados por robôs em vez de seres humanos, destacando a crescente dependência da empresa no aprendizado de máquina para reduzir o conteúdo que viola as políticas do site.

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"Nosso investimento em aprendizado de máquina para ajudar a acelerar remoções está valendo a pena em áreas de alto risco e baixo volume - como o extremismo violento - e em áreas de alto volume, como spam", escreveu a empresa em um post no blog.

"Também contratamos especialistas em tempo integral com experiência em extremismo violento, contra terrorismo e direitos humanos, e expandimos nossas equipes de especialistas regionais", completou o YouTube.

A CEO do YouTube, Susan Wojcicki, disse anteriormente em um post no blog que o Google aumentaria o número de moderadores de conteúdo e outros funcionários que revisam vídeos e treinam algoritmos para mais de 10 mil em 2018.

Segundo o YouTube, dos 6,7 milhões de vídeos inapropriados identificados por máquinas, 76% deles foram removidos antes mesmo de receberem uma única visualização.

O Google não divulga quantos vídeos estão hospedados no YouTube, mas afirma que o conteúdo removido representou apenas uma fração de 1% das visualizações gerais da plataforma.

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O Google está lançando um novo serviço de bate-papo para substituir as mensagens SMS padrão. Apelidado de Chat, o aplicativo será executado em telefones Android por meio de parcerias com dezenas de operadoras de celular em todo o mundo e chega para competir com o WhatsApp e iMessage, da Apple. As informações são do site The Verge.

Usando um novo padrão chamado Rich Communications Services (RCS), o aplicativo permitirá que os usuários enviem fotos, vídeos e GIFs de alta resolução, recebam recibos de leitura e vejam quando uma pessoa que está digitando uma resposta. As mensagens são enviadas pela internet.

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Mas se um usuário enviar uma mensagem no novo formato para outro que ainda não tenha um telefone compatível, o texto será transformado automaticamente no velho formato SMS, da mesma forma que o iMessage faz quando os donos de iPhone enviam textos para celulares que rodem outro sistema que não o iOS.

A tecnologia é uma evolução natural do SMS, modalidade que ainda é popular, mesmo com a presença do WhatsApp. Segundo o Google, cerca de 8 trilhões de SMS são enviadas por ano no mundo. Como o SMS, o novo padrão foi projetado para funcionar em diferentes redes de operadoras. Mas caberá às empresas habilitar o serviço.

A GSMA, um grupo global da indústria de celulares com sede em Londres, estima que 350 milhões de pessoas usarão o padrão RCS até o final de 2017. O grupo espera que esse número dobre em 2019. Nos EUA, os clientes da operadora Sprint já podem usar a novidade, e a T-Mobile disse que vai habilitar o recurso esse ano.

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Programa de capacitação de desenvolvedores do Google, o Cloud OnBoard realizará atividades de qualificação em várias cidades brasileiras. A previsão é que 10 mil profissionais participem das ações, quantitativo que representa o dobro das oportunidades disponibilizadas na edição do ano passado.

No dia 10 de maio, a capacitação estará disponível na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, a partir das 8h. Para essa qualificação, mil vagas são oferecidas.

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“O treinamento oferece conteúdo sobre o que há de mais recente no Google Cloud Platform, desde os conceitos básicos da infraestrutura de nuvem do Google até as tecnologias mais avançadas de Machine Learning, Big Data e Analytics. Além de ser gratuito, o evento oferece excelentes oportunidades de networking, atualização dos conhecimentos e fortalecimento dos laços entre diferentes comunidades de desenvolvedores”, explica a responsável pela área de Field Marketing do Google Cloud para América Latina, Helena Kale, conforme informações da assessoria de imprensa.

O roteiro com todas as cidades que contarão com o evento e mais informações estão disponíveis no site oficial do programa. Pelo mesmo endereço eletrônico os desenvolvedores interessados podem se inscrever enquanto houver vagas.  

O Google enviou um e-mail para alguns usuários para informar que está trabalhando em uma nova versão do Gmail para navegadores web. Além de um design reformulado, a companhia das buscas também listou alguns dos recursos que chegarão em breve ao serviço.

Logo, os usuários poderão esconder e-mails da sua caixa de entrada temporariamente por horas ou dias. Eles vão reaparecer após o período selecionado e, segundo a empresa, esta é uma boa forma de manter sua conta organizada, caso não queira responder uma mensagem específica de imediato.

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Também será possível armazenar seus e-mails no seu computador para acessá-los quando estiver sem internet. Outra boa novidade é que os usuários poderão acessar o aplicativo Google Calendar diretamente na interface do Gmail. As respostas rápidas, geradas por algoritmos e já disponíveis nos iPhones e Android, também serão liberadas na versão web.

O Google ainda não compartilhou imagens do novo design. A empresa, porém, observa que a atualização pode interromper o funcionamento de algumas extensões populares do navegador Chrome para o Gmail, como a Clearbit, Streak, entre outras. As novidades serão lançadas nas próximas semanas.

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Uma coalizão de 23 grupos de defesa do consumidor e privacidade apresentou uma queixa à Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC) alegando que o Google está violando as leis de proteção à criança ao coletar dados pessoais e exibir propagandas para menores de 13 anos.

O grupo alega que, apesar de o Google alegar que o YouTube só deve ser usado por pessoas com 13 anos ou mais, a empresa sabe que usuários abaixo dessa idade estão acessando o site todos os dias. Segundo as entidades, a companhia coleta informações pessoais como localização e números de telefone sem primeiro obter o consentimento dos pais, conforme exige a lei americana.

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A coalizão deseja que o Google seja investigado por suas supostas violações. O grupo afirma que o YouTube é a plataforma online mais popular para crianças nos EUA, usada por cerca de 80% dos pequenos de seis a 12 anos de idade.

Os reclamantes afirmam que entre os canais mais populares no YouTube estão aqueles direcionados a crianças, incluindo o ChuChuTV Nursery Rhymes e Kids Songs, com 15,9 milhões de inscritos e mais de 10 bilhões de visualizações, e LittleBabyBum, com 14,6 milhões de assinantes e 14 bilhões de visualizações.

O Google tem um aplicativo dedicado para crianças chamado YouTube Kids, lançado em 2015 e projetado para exibir conteúdo e anúncios apropriados para os pequenos espectadores. Em resposta, um porta-voz do YouTube disse que a empresa dará atenção à queixa.

"Embora não tenhamos recebido a reclamação, proteger as crianças e as famílias sempre foi uma das principais prioridades para nós. Leremos a reclamação cuidadosamente e avaliaremos se há coisas que podemos fazer para melhorar. Como o YouTube não é para crianças, investimos significativamente na criação do aplicativo YouTube Kids para oferecer uma alternativa especificamente criada para crianças", informou, em nota.

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O Google anunciou nesta quinta-feira (5) que vai aumentar a segurança nos escritórios do YouTube globalmente. A medida foi anunciada poucos dias após o tiroteio na sede da plataforma de vídeo no início desta semana. Na terça-feira (3), uma mulher identificada como Nasim Najafi Aghdam invadiu a empresa e atirou em pelo menos três pessoas antes de tirar a própria vida.

Em um comunicado divulgado nesta quinta-feira (5), o Google, que é dono do YouTube, classificou o episódio como chocante e perturbador e elogiou os atos heroicos dos funcionários e da comunidade de San Bruno, na Califórnia, onde ocorreu o tiroteio.

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A empresa disse que a atiradora entrou na sede através do estacionamento do prédio. O Google também informou que os funcionários do YouTube foram incentivados a tirar uma folga do trabalho após o episódio e que a companhia está disponibilizando serviços de bem-estar gratuitamente.

Antes do tiroteio, Aghdam postou mensagens online alegando que seus vídeos no YouTube estavam sendo censurados. Nascida no Irã, a suspeita era uma geradora de conteúdos veganos e contra os maus-tratos a animais, que misturava com gravações suas fazendo exercícios ou cantando. Tinha perfis em inglês, turco e persa. Todos foram excluídos na internet após o episódio.

O tiroteio gerou mensagens de apoio de executivos-chefes de grandes empresas da tecnologia, incluindo Tim Cook, da Apple, e Satya Nadella, da Microsoft. Alguns CEOs, incluindo Jack Dorsey, do Twitter, foram mais longe e exigiram um controle de armas mais rigoroso.

O Google faz, nesta quarta-feira (4), uma homenagem à poeta e ativista americana Maya Angelou, que faria 90 anos se estivesse viva. Autora mundialmente famosa, ela publicou sete autobiografias e vários livros de poesia. A companhia das buscas traz uma ilustração em sua página inicial, que pode ser vista por internautas de vários países.

Nascida em 4 de abril de 1298, ela também era conhecida por sua luta pela igualdade racial. Trabalhou ao lado de Martin Luther King e Malcom X. A americana, porém, teve uma juventude traumática. Angelou foi abusada sexualmente e estuprada ainda criança pelo namorado de sua mãe e por isso ficou muda por cinco anos.

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Neste período, os livros e a poesia se tornaram seu consolo. Apesar de sua extensa lista bibliográfica, Maya Angelou é mais lembrada por seu romance autobiográfico "Eu Sei por que o Pássaro Canta na Gaiola", publicado em 1969, um ano após o trágico assassinato de Martin Luther King.

Através de seus trabalhos, ela deu voz a milhões de pessoas, defendendo os direitos das mulheres e a igualdade de gênero. Maya Angelou também recebeu inúmeras homenagens durante sua vida. Personalidades como Oprah Winfrey, Michelle Obama e Bill Clinton falaram em seu memorial depois que ela faleceu em 2014.

Já é costume que todo ano, no dia 1º de abril, algumas marcas surjam com brincadeiras entre seus produtos e seu público. Confira abaixo as principais pegadinhas promovidas este ano.

1 - Google

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“Onde está o Wally?”. No último domingo, os usuários do Google Maps puderam contar com a presença do clássico Wally, com sua touca e camisa listrada, em pontos turísticos mundialmente conhecidos. O usuário precisa achar o Wally no Maps para iniciar uma nova fase.

2 - Files Go

O Google também criou o “detector de piadas ruins”. A proposta é usar o Files Go, aplicativo que auxiliar o usuário na exclusão de arquivos desnecessários , para apagar aquelas piadas ruins que chegam por um mensageiro e ocupam espaço no aparelho. Segundo o Google, a iniciativa surgiu depois de “ver muitas reclamações de pessoas que recebiam esse tipo de piada em mensagens de grupos de amigos e familiares”.

3 - Snapchat

Visando alfinetar o Facebook, o aplicativo lançou um filtro que adiciona o layout do Facebook à foto e utiliza caracteres parecidos com os usados na Rússia.

4 - Duolingo

O aplicativo, que promete ensinar uma nova língua da maneira mais rápida possível, brincou ao lançar uma marca de cerveja que visa acelerar o processo de aprendizado.

Por Ítalo Lélis Júnior

O Google anunciou que está encerrando o seu serviço de encurtamento de URL. A empresa diz que os novos usuários não poderão criar links por meio do serviço goo.gl a partir de 13 de abril de 2018, mas aquelas pessoas que já são registradas na ferramenta vão ter acesso ao site por mais um ano, até o dia 30 de março de 2019.

A empresa diz que o serviço foi criado em 2009 e, desde então, as formas como as pessoas compartilham informações na web mudaram, enquanto outros encurtadores de URL alternativos ganharam popularidade. O Google observa que está substituindo a ferramenta pelo Firebase Dynamic Links (FDL), que cria links que funcionam da mesma maneira em aplicativos iOS, Android ou da web.

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O Google também recomenda que os usuários verifiquem os serviços Bitly e Ow.ly como alternativa. A empresa diz que mesmo após a data limite, todos os links criados com a sua plataforma continuarão redirecionando para o destino pretendido.

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O YouTube mudou suas políticas de conteúdo para proibir vídeos que tentam vender ou oferecer instruções sobre fabricação de armas de fogo, munição, silenciadores, supressores caseiros ou certos acessórios relacionados. O site, de propriedade do Google, tem enfrentado críticas por hospedar conteúdo sobre armamentos mortais.

As restrições surgem um mês após o tiroteio na escola em Parkland, na Flórida, que deixou 17 mortos no dia 14 de fevereiro. Segundo a Bloomberg, se qualquer internauta buscar na plataforma um vídeo sobre como construir uma arma, recebe mais de 25 milhões de resultados, embora isso também inclua itens como brinquedos.

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A National Shooting Sports Foundation, um grupo de lobby da indústria de armas dos EUA, chamou a nova política do YouTube de preocupante. As medidas só entram em vigor a partir abril, mas já afetaram alguns canais, como o da empresa de armamentos Spike's Tactical e o InRange TV.

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O Google anunciou na terça-feira (20) que planeja gastar US$ 300 milhões (ou R$ 975 milhões) nos próximos três anos para ajudar a combater a disseminação de informações falsas online. A empresa disse que ajustou seus sistemas e rankings para levar as pessoas um conteúdo mais preciso na sua ferramenta de pesquisa e no YouTube, especialmente quando se trata de notícias de última hora.

A empresa disse que os disseminadores de fake news muitas vezes exploram essas situações, procurando espalhar conteúdo impreciso em suas plataformas. Os serviços do Google têm um alcance imenso. Cerca de 1,6 bilhão de pessoas assistem os vídeos do YouTube todos os meses.

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Além disso, o gigante da tecnologia disse que vai lançar um programa chamado Disinfo Lab para reduzir a desinformação através da pesquisa e educação. A empresa também está usando modelos de aprendizado de máquina para ajudar as editoras a identificar quais leitores são mais propensos a se inscrever em sites de notícias como o "The New York Times" ou "Financial Times".

Por fim, o Google está lançando uma ferramenta de código aberto chamada Outline, que irá oferecer aos meios de comunicação a capacidade de configurar sua própria rede privada virtual - uma maneira de se conectar à Internet sem revelar hábitos de navegação na web ou comunicações a terceiros.

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O Google Maps anunciou nesta quinta-feira (15) que está introduzindo em seu aplicativo um recurso que indica rotas acessíveis para cadeirantes na navegação de trânsito. A ideia é facilitar a locomoção das pessoas com necessidades de mobilidade. Nestes casos, o app dará preferência a trajetos mais planos e a estações de transporte público que tenham rampas ou elevadores.

Para acessar as rotas acessíveis para cadeirantes, o usuário deve digitar o destino desejado no Google Maps e selecionar o ícone de transporte público. Em seguida, é preciso ir até as opções na seção de rotas e só aí clicar no recurso correspondente a cadeiras de rodas.

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"Nós construímos esse recurso para tornar a vida mais fácil para as pessoas que usam cadeiras de rodas, mas as rotas acessíveis também são úteis se você estiver em muletas ou empurrando um carrinho de criança. Com a ajuda de agências de trânsito em todo o mundo e pessoas como você que contribuem com o conhecimento local, estamos fazendo progressos em direção a um mundo mais acessível para todos", informou o Google, em um post em seu blog oficial.

O recurso está sendo lançado em grandes centros de trânsito metropolitano em todo o mundo, começando por Londres, Nova York, Tóquio, Cidade do México, Boston e Sydney. A expectativa da empresa é adicionar novos destinos nos próximos meses, ampliando a opção de rotas acessíveis para cadeirantes no Google Maps.

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A Nintendo e o Google fecharam uma parceria para levar o universo de "Mario Kart" ao aplicativo Google Maps no iPhone em celulares Android. A brincadeira coloca o motorista no universo do jogo, substituindo a tradicional seta de navegação do usuário por um carrinho de corrida da série.

Para entrar na brincadeira, é preciso ter a versão mais recente do Google Maps instalado em seu smartphone. Depois, basta selecionar um destino e clicar no bloco de interrogação que vai aparecer na tela inicial. Após fazer isso, um carrinho de kart com o personagem da Nintendo surge para acompanhá-lo em seu trajeto.

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A novidade estará disponível por uma semana a partir desta sexta-feira (9) e foi liberada em comemoração ao Mario Day, lembrado em todo mundo pelos fãs da Nintendo neste sábado (10). A empresa ainda prepara uma versão de "Mario Kart" para smartphones. A previsão de lançamento é para 2019.

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Um novo estudo feito pela consultoria Consumer Intelligence Research Partners (CIRP) diz que os usuários do Android têm maior fidelidade à marca do que os do iOS, conforme relatado pelo site TechCrunch. Para medir o nível de lealdade, o estudo analisou a porcentagem de clientes dos EUA que mantiveram o mesmo sistema operacional depois de atualizar seus telefones em 2017.

O estudo descobriu que 91% dos usuários analisados continuaram usando um smartphone com Android, enquanto 86% ficaram fiéis ao iOS. Mas o cenário nem sempre foi assim. Em 2013, as pessoas que usavam um dispositivo com iOS eram mais leais, mas, de janeiro de 2016 a dezembro de 2017, o Android manteve a liderança.

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No entanto, segundo a consultoria, outros aspectos devem ser levados em consideração. Isso porque o Android tem uma base de clientes maior que o iOS. Além disso, os smartphones que possuem o sistema do Google instalados são mais acessíveis, com uma ampla gama de opções de baixo custo. Enquanto isso, a Apple só oferece o iPhone em seu portfólio de telefones.

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Pesquisadores da empresa de segurança Dr.Web descobriram que dezenas de telefones Android de baixo custo estão saindo de fábrica com um código criado para executar comandos não autorizados no dispositivo. A companhia diz que identificou pelo menos 42 modelos diferentes com este problema.

Estes telefones de baixo custo foram vendidos principalmente na China, na República Tcheca, na Indonésia, no Cazaquistão, no México, na Polônia e na Sérvia. A falha afetou modelos de fabricantes como Doogee, Leagoo e Zopo. Mas a empresa identificou um problema semelhante a esse em celulares feitos pela LG, Samsung, Lenovo e Asus.

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A praga em questão é chamada de Triada. Originalmente, o vírus foi distribuído através de uma rede de publicidade maliciosa. Cerca de um ano depois, foi encontrado nos telefones antes mesmo de eles saírem da fábrica. Segundo a empresa, o malware se infiltra profundamente no núcleo do sistema operacional Android e opera principalmente na memória, o que torna muito difícil de detectá-lo ou removê-lo.

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O escritor colombiano Gabriel García Márquez, que faria 91 anos nesta terça-feira (6), ganhou uma homenagem do Google com um doodle (imagem acima da barra de ferramentas).  A ilustração faz referência ao famoso livro de Márquez, “Cem Anos de Solidão”, com a aldeia Macondo.

O escritor e jornalista, que morreu em 2014 aos 87 anos, é considerado o escritor mais relevante do século 20, tendo escrito mais de 25 livros. (por Beatriz Gouvêa)

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O Google anunciou, nesta terça-feira (6), que os internautas poderão visitar a Disney sem sair de casa pelas lentes do Google Street View. As imagens das principais atrações dos parques de Orlando, na Flórida, e da Califórnia estão disponíveis gratuitamente para quem quiser acessar.

Por meio da plataforma é possível passear pelas ruas de 11 parques da Disney e conferir de perto o Epcot, Magic Kingdom e o Hollywood Studios, por exemplo. Tudo isso sem enfrentar as famosas longas filas da Disney. O serviço, porém, não possibilita que os usuários confiram os brinquedos por dentro.

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Para mapear áreas de difícil acesso, como montanhas e até vulcões, a empresa utiliza de uma pesada câmera que registra imagens em 360º. Este foi o caso da Disney. Por enquanto, o recurso cobre apenas as atrações localizadas nos EUA. Para conferir a novidade, basta acessar o Google Maps e buscar por "Disneyland" na barra de pesquisas.

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Os pais preocupados com o que seus filhos veem na internet agora podem bloquear remotamente os telefones das crianças com o toque de um botão, graças a um novo aplicativo de monitoramento criado pelo Google. O Family Link permite que os adultos acompanhem o que os jovens estão fazendo em seus smartphones.

Para usar o aplicativo, os pais precisam configurar uma conta do Google no telefone que desejam monitorar e fazer o download do Family Link. Será preciso pagar uma taxa única para verificar sua identidade e, em seguida, terão acesso a relatórios de uso semanais ou mensais que mostram quais apps seus filhos estão usando.

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Outro recurso opcional permite que os pais rastreiem a localização de seus filhos. O Google disse que o aplicativo foi criado para menores de 13 anos, mas que os jovens com até 18 anos também poderiam usá-lo.

Os pais devem aprovar todos os aplicativos que a criança tenta baixar e será mostrado se eles incluem anúncios, a faixa etária sugerida e a classificação que foi dada. O serviço, porém, não funciona se o jovem estiver desconectado da internet. O app está disponível para dispositivos com Android e iPhones.

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A Alcatel anunciou neste sábado (24) o primeiro smartphone do mundo com o Android Go, uma versão mais leve do sistema operacional do Google. O aparelho se chama Alcatel 1X e vem com alguns aplicativos já instalados, como o Google Go, YouTube Go e o Gmail Go. A novidade foi revelada durante a feira de tecnologia Mobile World Congress (MWC), que acontece em Barcelona.

Esses aplicativos foram otimizados para serem menores em tamanho, o que significa que o usuário gasta menos memória de seu celular ao baixá-los. As especificações do Alcatel 1X incluem processador quad-core MediaTek, 1 GB de RAM, 16 GB de armazenamento e uma tela de 5,3 polegadas.

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O aparelho é voltado ao mercado de baixo custo. Ele será vendido em duas versões, a partir de abril, mas uma delas não inclui o sensor de impressões digitais. A Alcatel não informou se o smartphone será lançado no Brasil. Com o Android Go, o Google pretende ajudar na inclusão digital de pelo menos 1 bilhão de usuários nos próximos anos.

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Já está disponível no Brasil o novo aplicativo Google Play. O serviço permite que o usuário realize pagamentos e acompanhe as suas compras por meio do seu smartphone. A plataforma fornece uma interface simples e chega para substituir o Android Pay. Para usar, é necessário salvar os dados do cartão de crédito ou débito na plataforma.

No Brasil, o novo Google Pay chega em parceria com o banco Bradesco. Assim, os correntistas que possuem um cartão de crédito Visa, de todas as categorias, poderão desfrutar da conveniência e segurança de pagar suas compras apenas com o smartphone em lojas físicas.

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O serviço oferece informações como compras recentes, lojas próximas do consumidor que aceitam o pagamento com smartphone e fácil acesso à programas de recompensas. Segundo o Google, o aplicativo tem um avançado sistema de proteção integrado para proteger as contas e dados pessoais de maneira automática e contínua.

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