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Os automóveis não poderão circular mais pelo Central Park a partir de 27 de junho, anunciou nesta sexta-feira (20) Bill de Blasio, que quer priorizar "a segurança e a saúde" dos visitantes, sejam pedestres, ciclistas, corredores ou patinadores.

Embora a circulação já fosse proibida no norte do emblemático parque de Manhattan, visitado anualmente por 42 milhões de pessoas e que no ano que vem festejará seus 160 anos, os carros ainda podiam circular pelas três ruas pavimentadas do sul, West Drive, Terrace Drive e Center Drive.

Mas a decisão, adotada antes do Dia da Terra em 22 de abril, não concerne às quatro ruas que cortam o parque, resguardadas por muros e cercas e vários metros abaixo de onde circulam os pedestres.

"Nosss parques são para as pessoas, não para os automóveis", disse de Blasio no comunicado. A decisão "reduzirá a contaminação do ar no parque e melhorará a segurança", afirmou.

A medida começará a valer em 27 de junho, dia seguinte do fim das aulas nas escolas públicas de Nova York, e no primeiro dia de abertura das piscinas públicas da cidade.

De Blasio já proibiu em janeiro a circulação de automóveis no Prospect Park, um grande parque emblemático do nordeste do Brooklyn, projetado por Frederick Law Olmsted e Calvert Vaux assim como o Central Park.

A Escola de Jornalismo da Universidade da Cidade de Nova York (CUNY na sigla em inglês) está com inscrições abertas até o dia 30 de junho para a bolsa de estudos McGraw Fellowship, que oferece 15 mil dólares para jornalistas interessados em desenvolver matérias aprofundadas com foco em negócios e economia global, com o suporte de diversas plataformas de mídia. 

O programa terá três meses de duração, período durante o qual os bolsistas apoio editorial e acompanhamento do desenvolvimento das reportagens através de parcerias entre a universidade e veículos de comunicação que possam publicar o material produzido. 

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Para participar, os interessados devem ter experiência de pelo menos cinco anos atuando como freelancers ou editores e submeter um formulário disponibilizado no site do programa de bolsas. Também é preciso enviar uma proposta de reportagem com no máximo três páginas, exemplos de trabalhos publicados, currículo e uma carta de recomendação. 

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O Museu Metropolitano de Nova York escolheu o austríaco Max Hollein como seu novo diretor, ao final de mais de um ano de processo de seleção, informou a instituição nesta terça-feira (10). Hollein, 48 anos, substituirá Thomas Campbell, que renunciou ao cargo no final de fevereiro de 2017.

Reconhecido especialista na Europa e nos Estados Unidos, Hollein assumirá suas funções no verão boreal, abandonando a direção de museus de arte em San Francisco. Em 1995, Hollein iniciou sua carreira no Museu Guggenheim de Nova York, onde permaneceu até 2000, quando regressou à Europa.

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Entre 2006 e 2016, dirigiu simultaneamente três importantes instituições de Frankfurt: Schirn Kunsthalle, Liebieghaus Skulpturensammlung e o Museu Städel, onde liderou uma profunda transformação nas áreas de exposição.

A saída de Thomas Campbell do Met encerra uma época de grandes projetos e euforia, e também de um prejuízo de 8,3 milhões de dólares no exercício 2015-2016. Um plano de demissões voluntárias, aliado a uma onda de demissões, envolveu 90 funcionários do Met.

O museu também desistiu de construir uma nova ala, ao custo de 600 milhões de dólares, e no início de 2018 passou a cobrar 25 dólares para o ingresso de turistas.

O lutador de UFC Conor McGregor deixou a prisão nesta sexta-feira (7), em Nova York (EUA), após o pagamento de fiança no valor de US$ 50 mil (cerca de R$ 170 mil em conversão direta). Ele saiu do local com seu passaporte e autorizado a voltar para casa, na Irlanda. Acusado de agressão, McGregor deverá ficar longe das vítimas e retornar ao tribunal no dia 14 de junho.

Conor McGregor foi acusado de agressão e danos criminais pelo departamento de polícia de Nova York. Ele atacou um ônibus que transportava outros atletas durante evento promocional do UFC 223, no ginásio Barclays Center, localizado no Brooklyn, na última quinta-feira (6).

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Enfurecido, McGregor atirou latas de lixo e até barras de ferro em direção ao veículo em que estava seu desafeto, o lutador russo Khabib Nurmagomedov. As cenas foram registradas por câmeras de segurança e testemunhas, que compartilharam vídeos nas redes sociais.

Os lutadores Michael Chiesa e Ray Borg também sofreram danos pelos estilhaços dos vidros quebrados e foram retirados do card do UFC 223. Conor McGregor é ex-campeão do peso-leve e não entra num octógono há mais de 17 meses, desde que nocauteou Eddie Alvarez.

O número de assassinatos cometidos em Londres superou pela primeira vez os registrados em Nova York em fevereiro e março, devido ao aumento dos ataques a faca na capital britânica, segundo o Sunday Times.

Quinze pessoas foram assassinadas em Londres em fevereiro contra 14 em Nova York, duas cidades de tamanho similar, segundo cifras da polícia. Em março, foram cometidos 22 assassinatos em Londres, também um a mais que na Grande Maçã. No entanto, ao se comparar as duas cidades desde o começo do ano, Nova York se mantém no topo.

Segundo a polícia londrina, contatada pela AFP, dos 46 assassinatos cometidos na capital britânica desde o começo do ano, 31 são atribuíveis a agressões com arma branca. Em todo o ano de 2017, 134 pessoas foram assassinadas em Londres - inclusive vítimas de atentados - das quais 80 foram esfaqueadas. O número de homicídios aumentou 40% na capital britânica nos últimos três anos. Em nova York, caiu 87% desde 1990.

Na maioria dos casos, as agressões não estão relacionadas com o crime organizado, mas com indivíduos isolados, que portam uma arma para se sentir seguros ou impressionar. O fenômeno afeta particularmente os mais jovens: um número cada vez maior deles portam faca ou canivete.

Em declarações ao The Times, a chefe da Metropolitan Police, Cressida Dick, acusou no sábado as redes sociais de normalizar a violência entre os jovens.

A Ópera Metropolitana de Nova York anunciou nesta segunda-feira (12) a demissão do maestro James Levine devido à sua "conduta sexualmente abusiva e assediadora" de jovens músicos. Em dezembro, a ópera já havia suspendido Levine, seu maestro durante 40 anos, após as primeiras denúncias públicas.

Mesmo aposentado desde 2016, Levine ainda era diretor musical emérito do Met e até dezembro seguia trabalhando ocasionalmente como maestro.

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Após uma investigação que incluiu entrevistas com mais de 70 pessoas, o Met disse que encontrou "provas confiáveis de que Levine teve uma conduta sexualmente abusiva e assediadora com artistas vulneráveis sobre os quais tinha autoridade, no começo de suas carreiras".

O assédio e os abusos dos jovens aconteceram "antes e durante o período no qual trabalhou no Met", afirmou. Mas o Met disse que não encontrou evidências de encobrimento desse comportamento por parte de sua administração ou direção, e que essas acusações "não têm nenhum fundamento".

Desde que mais de uma centena de mulheres acusaram de assédio, agressão sexual ou estupro o produtor de cinema e televisão Harvey Weinstein, em outubro passado, os Estados Unidos vivem uma onda de denúncias de abuso sexual que derrubaram homens poderosos em outras indústrias, da música ao balé, da gastronomia à política, das finanças aos meios de comunicação.

Pelo menos cinco pessoas morreram na noite deste domingo (11) depois que um helicóptero turístico caiu no rio East River, em Nova York. O piloto foi resgatado com vida.

O acidente ocorreu por volta das 19h (horário local). De acordo com o Departamento de Polícia de Nova York, a aeronave caiu na água e ficou parcialmente submergida de "cabeça para baixo".

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Entre os cinco passageiros, dois morreram na hora e três foram hospitalizados em condição crítica, e faleceram na madrugada desta segunda-feira (12). O proprietário do helicóptero é o grupo de turismo Liberty.

Diversos vídeos e imagens foram publicados nas redes sociais. O caso está sendo investigado pelas autoridades.

Segundo a Associação de Aviação Federal dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) afirmou que o Eurocopter AS350 tinha acabado de sobrevoar a estátua da Liberdade, antes de cair ao norte da ilha Roosevelt, que separa Manhattan de Queens.

Da Ansa

O dólar subiu ante o iene e o euro nesta sexta-feira, 9, diante da subida das taxas dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos. Os juros dos Treasuries, por sua vez, avançaram com a divulgação do relatório de emprego (payroll) de fevereiro e pelo avanço das bolsas de Nova York. Além disso, a decisão do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) de manter a política monetária inalterada também influenciou os investidores de moedas.

No final da tarde em Nova York, o dólar estava cotado a 106,85 ienes, de 106,18 ienes de quinta-feira. O euro caía para US$ 1,2310, de US$ 1,2313. Por sua vez, o índice DXY, que mede a moeda americana ante outras seis, caiu 0,06%, para 90,103 pontos.

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Nesta sexta-feira, o Departamento do Trabalho dos EUA relatou a criação de 313 mil empregos em fevereiro, o maior acréscimo desde julho de 2016. A expectativa de analistas consultados pelo Wall Street Journal era de geração de 205 mil vagas.

Apesar deste forte aumento da criação de vagas, o salário médio por hora dos trabalhadores subiu 0,15% no mês passado ante janeiro, para US$ 26,75 por hora. O dado, porém, veio abaixo da previsão de ganho de 0,20%. Na comparação anual, o aumento foi de 2,6%.

Os investidores e os analistas se dividiram em relação aos números. Enquanto há aposta por parte dos economistas de que pode haver espaço para aperto monetário mais forte, há quem pondere que a inflação de salários dá sinais de alívio.

Ao mesmo tempo que o mercado interpretava os dados, os sinais para os ativos de risco eram bastante positivos. A disposição dos EUA em dialogar com a Coreia do Norte e com os países fabricantes de produtos siderúrgicos dava base a este movimento, que encontrou apoio ainda no salto da cotação do petróleo.

Com isso, ocorreu uma migração dos investidores de títulos mais seguros (como iene) para risco (como ações e commodities).

Além disso, os investidores destacaram ainda a decisão do BoJ. Após comentários mais "hawkish" do presidente da instituição, Haruhiko Kuroda, a instituição manteve a política monetária inalterada e o compromisso de comprar bônus num ritmo de 80 trilhões de ienes por ano.

Na CME, o bitcoin para março fecha em queda de 4,09%, a US$ 9.015,00.

Uma exposição itinerante que explora as várias caras de David Bowie começa este fim de semana em seu destino final, Nova York, que foi o último lar desta lenda do rock.

"David Bowie é" apresenta o artista não só como um pioneiro do rock, mas também como um ator destacado, um ícone da moda, um herói do movimento LGBT e um artista visual inquisitivo.

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A exposição, que começou há cinco anos no museu Victoria & Albert de Londres, abre suas portas nesta sexta-feira no museu do Brooklyn, onde permanecerá até 15 de julho.

Curadores do museu londrino disseram que a exposição atraiu quase 1,8 milhão de visitantes nas 11 cidades onde foi apresentada, incluindo Barcelona, Berlim, Chicago, Melbourne, Paris, Tóquio, Toronto e São Paulo.

A trajetória de "David Bowie é" reflete o caminho do próprio artista, que nasceu em Londres e se instalou no início dos anos 1990 em Nova York, onde morreu em 2016 após uma batalha contra o câncer.

O museu do Brooklyn acrescentou cerca de 100 objetos à exposição para refletir o tempo que Bowie passou nos Estados Unidos, incluindo um vídeo de sua atuação na Broadway em "The Elephant Man", desenhos colaborativos com a artista experimental Laurie Anderson e uma seção sobre sua fase soul dos anos 1970 que o levou à Filadélfia.

Os visitantes são guiados por fones de ouvido interativos que tocam canções de Bowie desde seu primeiro sucesso de 1969 "Space Oddity" até seu último álbum, "Blackstar", misturadas com entrevistas e vídeos do artista.

Um dos pontos altos da exposição são os trajes desenhados para Bowie por Kansai Yamamoto e Freddie Burretti, incluindo o colorido e justo traje acolchoado que usou em sua histórica apresentação de 1972 "Top of the Pops" da BBC.

O Spotify, o maior serviço de streaming de música do mundo, apresentou uma oferta pública inicial (ou IPO) nesta quarta-feira (28). A empresa com sede na Suécia possui mais de 71 milhões de usuários pagantes. De acordo com a CNBC, o preço das ações do Spotify negociadas em mercados privados indica que a companhia poderia valer até US$ 23 bilhões

A empresa também possui uma base de usuários global que inclui ouvintes que não estão dispostos a pagar por uma mensalidade. Eles conseguem ouvir músicas na plataforma, mas são interrompidos por anúncios. No total, são 159 milhões de pessoas usando a plataforma. Em comparação, o Apple Music, um dos seus principais concorrentes, ainda possui 36 milhões de assinantes pagantes.

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Apesar do seu sucesso ao longo dos anos como uma das primeiras e mais promissoras empresas no ramo da transmissão de música online, o Spotify tem lutado para conseguir lucrar, com a maior parte de sua receita sendo dedicada ao pagamento de taxas de licenciamento para editores de música.

O Spotify, lançado em 2008 e disponível em mais de 60 países, é a maior plataforma de streaming de música do mundo. No Brasil, a assinatura do serviço custa R$ 16,90 por mês, mas a empresa oferece descontos para estudantes universitários. Há ainda um plano familiar, que custa R$ 26,90, e permite o acesso de até pessoas.

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O dólar avançou na comparação com moedas rivais, nesta quarta-feira, 21, após recuar brevemente com a divulgação da ata da reunião de janeiro do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).

No fim da tarde em Nova York, o dólar subia a 107,69 ienes, de 107,26 ienes na tarde de terça-feira; o euro recuava a US$ 1,2292, de US$ 1,2338; e a libra caía a US$ 1,3919, de US$ 1,3992.

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Os dirigentes do Fed destacaram na ata que a maioria dos dirigentes avaliou que a trajetória gradual de alta de juros é apropriada. O documento ponderou, no entanto, que os membros da instituição notaram poucos sinais de recuperação ampla do crescimento salarial.

Contudo, como a ata é de uma reunião que ocorreu antes de acontecimentos importantes no mercado, como uma declínio acentuado das bolsas de Nova York, alguns analistas consideraram o documento defasado.

Neste contexto de releitura, os juros dos Treasuries passaram a renovar seguidas máximas e o dólar acompanhou o movimento. O aumento dos juros dos bônus governamentais do governo dos EUA torna a divisa americana mais atrativa para investidores em busca de rendimentos.

Na Chicago Mercantile Exchange (CME), o contrato da bitcoin para fevereiro fechou em alta de 17,11%, a US$ 11.735,00. (Com informações da Dow Jones Newswires)

A ocorrência dos feriados nos Estados Unidos (Dia do Presidente) e na China (ano-novo Lunar) reduziu a menos da metade o volume de negócios no mercado de câmbio brasileiro nesta segunda-feira, 19. O noticiário também foi escasso, principalmente à tarde, o que acabou por consolidar um ambiente de poucas referências para as transações. Nesse cenário, o dólar oscilou em um intervalo pequeno e fechou cotado a R$ 3,2347 no mercado à vista, em alta de 0,28%.

O viés de alta esteve em sintonia com a tendência majoritária de fortalecimento do dólar ante outras moedas pelo mundo, mas operadores ouvidos pelo Broadcast serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, citaram principalmente a cautela do investidor em relação ao cenário político doméstico. Segundo Alessandro Faganello, operador da Advanced Corretora, a decretação da intervenção federal no Rio de Janeiro fez cessar qualquer discussão em torno da reforma da Previdência, o que deve direcionar as atenções dos investidores a outras questões. "O cenário eleitoral ganha maior relevância, com o mercado atento às chances de eleição de um candidato reformista", disse.

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Outra razão para o comportamento cauteloso está relacionada às consequências da não aprovação da reforma. O Bank of America afirmou em relatório nesta segunda-feira que, se nada for feito para reduzir o ritmo de crescimento da dívida pública, a trajetória de piora da relação dívida/PIB vai prosseguir e superar em breve os 80% na maioria dos cenários traçados. Se a reforma não for aprovada, o BofA prevê que as agências Moody's e a Fitch podem rebaixar o rating soberano brasileiro, seguindo o movimento feito em janeiro pela S&P.

O dólar chegou a exibir leve baixa no início dos negócios, numa manhã marcada pela divulgação de indicadores favoráveis, como o IBC-Br e a prévia do IGP-M de fevereiro. À tarde, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgou que a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 808 milhões na terceira semana de fevereiro (de 12 a 18). Com isso, fevereiro acumula superávit de US$ 3,434 bilhões até o dia 21.

Para esta semana, um dos eventos mais esperados é a divulgação da ata da reunião de política monetária do Federal Reserve. Do documento, os investidores buscarão novas pistas sobre a possibilidade de o Fed imprimir um ritmo mais intenso nas altas das taxas de juros locais.

Os mercados acionários americanos voltaram a exibir fortes perdas nesta quinta-feira, 8, dando prosseguimento ao movimento de correção visto desde a última sexta-feira, quando os investidores saíram das ações em meio a expectativas de que os grandes bancos centrais começariam a apertar suas políticas, retirando a acomodação econômica vista nos últimos anos.

O cenário se repetiu nesta segunda-feira e foi impulsionado pela questão política nos Estados Unidos, enquanto os agentes monitoraram a possibilidade de uma nova paralisação do governo americano.

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O índice Dow Jones fechou em baixa de 4,15%, aos 23.860,46 pontos; o S&P 500 recuou 3,75%, aos 2.581,00 pontos; e o Nasdaq cedeu 3,90%, aos 6.777,16 pontos. Com esses resultados, os três indicadores apagaram todos os ganhos vistos neste ano.

A sinalização de que o período de dinheiro mais barato pode estar ficando para trás voltou a ecoar nos mercados. Logo no início do dia, o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) manteve o juro básico inalterado, mas sinalizou que provavelmente terá que aumentar a taxa mais rápido do que o previsto anteriormente.

De acordo com a diretora de serviços macroeconômicos para investidores da Oxford Economics, Kathy Bostjancic, a sinalização do BoE e os "comentários de tom hawkish do presidente da instituição, Mark Carney, sobre as perspectivas da condução da política monetária em solo britânico" pesaram nos mercados americanos.

Durante os negócios em Nova York, o tom hawkish foi visto na fala do presidente da distrital de Nova York do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), William Dudley. Em entrevista, o dirigente fez defesa da política monetária em curso na autoridade monetária dos EUA.

Conhecido por ser um membro centrista no debate dos "hawkish" contra os "dovish" na instituição, Dudley disse que "três altas nos juros ainda formam um cenário bastante razoável", além de ressaltar que a "precificação" da curva de juros é apropriada. Além disso, o dirigente deixou a porta aberta para uma quarta elevação, ao dizer que o caminho do aperto dependerá da economia.

Não houve setor que resistisse à visão mais inclinada ao aperto por parte dos investidores. Bancos foram os que mais sofreram, com o subíndice financeiro do S&P 500 apresentando tombo de 4,51%. Entre as instituições financeiras, o Goldman Sachs caiu 4,18%, o JPMorgan cedeu 4,42%, o Citigroup recuou 4,16%, o Morgan Stanley despencou 5,06% e o Bank of America perdeu 4,83%.

A volatilidade também voltou a dar as caras. Após operar nos menores níveis da história no ano passado e no início de 2018, o índice de volatilidade da CBOE (VIX), considerado o medidor de medo de Wall Street, abandonou o período de calmaria e saltou 20,66%, cotado a 33,46 pontos.

Para o economista-chefe para EUA do BNP Paribas, Paul Mortimer-Lee, "a ilusão da baixa volatilidade para sempre foi esmagada" nos últimos dias. Como pano de fundo, esteve a tensão política em Washington.

Apesar de um acordo entre os líderes no Senado americano para a aprovação de uma medida orçamentária que estende o financiamento ao governo em dois anos, deputados democratas já se mostraram contrários à medida devido à ausência da questão imigratória, que voltou a pesar nas techs. A única ação entre as gigantes de tecnologia que fechou em alta foi a do Twitter (+12,15%), que apresentou seu primeiro lucro líquido desde que abriu capital.

A cidade de Nova York, nos Estados Unidos, inaugurou recentemente uma cafeteria que permite a entrada de cachorros.

Localizado da região de East Village, em Manhattan, o café foi batizado de "Boris & Halton", em homenagem ao nome dos cães dos criadores, Coppy Holzman e sua filha, Logan Mikhly.

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O estabelecimento serve cafés, vinhos e cervejas, além de um menu vegano. Também há um cardápio voltado aos cachorros.

O "Boris & Halton" é dividido em duas áreas: uma que permite entrada de cães e outra exclusiva para humanos. Os setores são separados por um vidro, mas, para a "segurança" dos cachorros, a entrada de gatos não é permitida.

O café ainda vende diversos artigos para os animais e seus donos, como bonés, coleiras e canecas. Futuramente, a cafeteria fará também feiras de adoção.

Da Ansa

As bolsas de valores dos Estados unidos fecharam em queda, nesta segunda-feira, 29, pressionadas pelo mau desempenho das empresas dos setores imobiliário e de serviços básicos. O índice Dow Jones fechou em queda de 0,67%, aos 26.439,48 pontos; o S&P 500 caiu 0,67%, para 2.853,53 pontos; e o Nasdaq caiu 0,52%, encerrando aos 7.466,51 pontos.

Os investidores estão ansiosos para a conclusão, na quarta-feira (31), da reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), bem como com o discurso do Estado da União do presidente Donald Trump, a ser realizado nesta terça-feira no Congresso.

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Enquanto os analistas esperam que o Fed mantenha inalteradas as taxas de juros, o comunicado do BC pode dar pistas sobre futuras elevações nos EUA, de acordo com Mike Bell, estrategista do J.P. Morgan Asset & Wealth Management. "Não achamos que eles vão fazer alguma coisa nesta semana, mas eles podem deixar o terreno preparado para uma elevação em março", disse Bell.

As ações de companhias do setor imobiliário, considerado por muitos como um setor que sai prejudicado com as altas de juros por causa de seus dividendos pesados, estão entre as que tiveram as maiores quedas no S&P 500, recuando junto com os preços dos Treasuries.

A Eversource Energy perdeu 2,5% e a CenterPoint Energy viu seus papéis recuarem 2,6%. O setor de energia do S&P 500 recuou 1,6%, pressionado pela queda dos preços do petróleo em meio a expectativas por aumento da oferta.

A 60ª edição do Grammy Awards premiou na noite desse domingo (28), em Nova York, os artistas destaques de 2017. Realizada no Madison Square Garden a cerimônia exibiu grandes performances de astros que sempre estão na casa dos milhões (venda de discos, acessos nos videoclipes, seguidores nas redes sociais, etc). O cantor Bruno Mars passou na frente do Luis Fonsi, dono do sucesso "Despacito", e levou para casa alguns dos prêmios mais importantes da noite nas categorias de "Gravação do Ano" e "Música do Ano" com os hits "24K Magic" e "That's What I Like". 

Disputando o famoso gramofone de ouro em "Álbum do Ano" com o homenageado Jay-Z, Bruno também abocanhou o prêmio. A canção "Finesse" foi escolhida por ele para ser apresentada no palco do Madison e teve a participação da rapper Cardi B. 

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A cidade de Nova York informou nesta sexta-feira (12) que irá manter a polêmica estátua de Cristóvão Colombo na entrada do Central Park, mas encomendará um novo monumento que homenageia os povos indígenas.

Uma comissão designada pelo prefeito de Nova York, Bill de Blasio, para estudar monumentos polêmicos como o do "descobridor" da América aconselhou que no entorno da estátua, situada na Columbus Circle, sejam acrescentadas informações explicando a história.

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O monumento, erigido em 1892 pelo 400º aniversário do "descobrimento" da América, consiste em uma coluna de 23 metros sobre a qual fica uma estátua do navegador genovês financiado pela Coroa espanhola, cada vez mais culpado pelo genocídio dos índios americanos.

O novo monumento aos povos indígenas será instalado em um lugar ainda a determinar.

Muitas cidades americanas, embora não Nova York, substituíram os tradicionais festejos do "Dia de Colombo" por uma homenagem aos índios da América.

De Blasio decidiu criar esta comissão para analisar "sinais de ódio" em agosto, após um protesto contra os neonazistas em Charlottesville que terminou em atos de violência, incluindo a morte de uma jovem manifestante.

A comissão também decidiu manter uma placa em homenagem ao marechal Henri Philippe Pétain, chefe de Estado da França de Vichy ocupada pela Alemanha nazista de 1940 a 1944.

A homenagem a Pétain, o "vencedor de Verdun" na Primeira Guerra Mundial, foi colocada em 1931 no "cânion dos heróis", uma seção da Broadway, ao sul de Manhattan, com placas nas calçadas que honram 100 personalidades americanas e estrangeiras.

De Blasio disse em agosto que a placa de Pétain devia ser "uma das primeiras a sair".

Mas a comissão considerou que, ao invés de retirá-las, o melhor seria agregar informação e contexto histórico sobre os personagens.

"Refletir sobre nossa história coletiva é uma tarefa complicada, sem solução fácil", disse de Blasio.

"Nossa aproximação será acrescentar detalhes e nuances, no lugar de remover totalmente as representações dessas histórias (...) para nos assegurarmos que nossos espaços públicos reflitam a diversidade e valores de nossa grande cidade", concluiu.

A PagSeguro, empresa de meios de pagamentos do Uol, colocou o preço indicativo da ação em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) entre US$ 17,50 e US$ 20,5. A operação será feita na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse).

Serão 92,1 milhões de ações na oferta primária e outras 48,81 milhões de ações que pertencem hoje ao Uol. Com isso, entre US$ 1,6 bilhão e US$ 1,8 bilhão irão para o caixa da empresa após a emissão, segundo documento protocolado na Securities and Exchange Comission (SEC), órgão equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) dos Estados Unidos.

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Do dinheiro obtido com a oferta primária a companhia destaca que deverá ser utilizado em "aquisições seletivas de negócios", tecnologias ou produtos complementares. A PagSeguro destaca que poderá ainda usar parte dos recursos para financiar seu capital de giro ou para outro uso corporativo.A empresa teve lucro líquido de R$ 290 milhões nos primeiros nove meses de 2017.

Exterior. A PagSeguro é a quarta companhia brasileira em menos de um ano a escolher abrir seu capital na bolsa americana. Em 2017, a Netshoes, também de tecnologia, optou em realizar sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) fora do País. Além dela, a Nexa Resources, ex-Votorantim Metais, escolheu a bolsa de Toronto, no Canadá, além da americana, para sua oferta. A Azul acessou Nova York, mas nesse caso sua listagem não ocorreu só lá fora, mas também na bolsa brasileira. A Nyse conta hoje com a presença de 30 empresas brasileiras listadas.

Também em 2017, Loma Negra, da Camargo Correa, fez seu IPO na Bolsa da Argentina e de Nova York. Nesse caso, contudo, apesar de se tratar de um ativo pertencente a uma companhia brasileira, a empresa tem sede fora do Brasil, por isso, ficou de fora da conta.

"Na medida em que o mercado se abre, parte das empresas de tecnologia com interesse em se listar vão colocar em discussão entre abrir aqui ou fora, mas serão alguns casos específicos", afirma o sócio da área de mercado de capitais do escritório Mattos Filho, Jean Marcel Arakawa.

A explicação pelo interesse das empresas de tecnologia em abrir capital em Nova York deve-se ao fato de fundos de investimento destinados ao setor de tecnologia não terem mandato para analisarem uma oferta de ações no Brasil, por exemplo. Além disso, por lá há empresas comparáveis e um mercado mais acostumado a investir nesse segmento, ao contrário do que ainda ocorre no mercado brasileiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Os mercados acionários americanos prosseguiram nesta terça-feira, 9, com o movimento de alta visto desde o primeiro pregão do ano e registraram novas máximas históricas de fechamento à medida que a temporada de balanços se aproxima e os investidores continuam otimistas quanto à perspectiva de crescimento da economia global.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,41%, aos 23.385,80 pontos; o S&P 500 avançou 0,13%, aos 2.751,29 pontos; e o Nasdaq ganhou 0,09%, aos 7.163,58 pontos. Com isso, os três indicadores acionários renovaram recordes.

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Os principais índices acionários dos EUA continuaram o rali nos primeiros dias de negociação de 2018, estendendo o movimento altista visto no ano passado. Os investidores, no entanto, não encontram pistas que indiquem o fim do rali, especialmente quando as tensões geopolíticas envolvendo a Coreia do Norte parecem estar diminuindo. Com isso, o centro das atenções deve passar para os resultados corporativos referentes ao período de outubro a dezembro do ano passado.

S&P 500 e Nasdaq renovaram seis recordes seguidos, não registrando queda em nenhum pregão neste ano. A última vez que o S&P 500 havia subido cinco ou mais sessões consecutivas no início do ano foi 2010, quando avançou seis dias seguidos. "Os investidores adoram, mas o mercado não consegue segurar esse ritmo por muito tempo", disse a diretora da Bingham Osborn & Scarborough, Jennifer Ellison. "Precisamos ver números sólidos nos balanços para alimentar esse ritmo."

As ações de instituições financeiras foram as grandes responsáveis pela alta desta terça-feira, à medida que os rendimentos dos Treasuries longos também subiram, apoiados pela decisão do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) de promover um pequeno corte na última operação de compra de bônus japoneses (JGBs). O Goldman Sachs subiu 0,85%, o Citigroup avançou 1,05% e o J.P.Morgan ganhou 0,51%.

Os bancos estão entre as primeiras grandes empresas que divulgarão os balanços do quarto trimestre. Ainda nesta semana, J.P.Morgan e Wells Fargo mostrarão seus resultados referentes ao quarto trimestre, com analistas esperando que muitos revelem lucros maiores na comparação com o mesmo período de 2016. (Com informações da Dow Jones Newswires)

Um pequeno incêndio foi registrado no topo da Trump Tower, em Nova York, nesta segunda-feira (8). De acordo com informações dos bombeiros, o fogo já foi controlado e, tudo indica, que ele foi causado por um curto circuito.

Diversos usuários nas redes sociais postaram fotos e vídeos do incidente e as imagens mostram uma grande coluna de fumaça saindo do topo do empreendimento.

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Segundo as primeiras informações, não foi necessária a evacuação do prédio e a família do presidente não estava no local no momento do incidente. Além disso, não há feridos.

Um dos pontos turísticos mais conhecidos de Nova York, a Trump Tower foi usada como base da campanha presidencial do magnata e também abriga sua "residência favorita". O apartamento de Trump e Melania também foi a moradia da esposa e de seu filho mais novo durante os primeiros cinco meses da Presidência do republicano. 

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Da Ansa

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