Tópicos | NY

A cidade de Nova York informou nesta sexta-feira (12) que irá manter a polêmica estátua de Cristóvão Colombo na entrada do Central Park, mas encomendará um novo monumento que homenageia os povos indígenas.

Uma comissão designada pelo prefeito de Nova York, Bill de Blasio, para estudar monumentos polêmicos como o do "descobridor" da América aconselhou que no entorno da estátua, situada na Columbus Circle, sejam acrescentadas informações explicando a história.

##RECOMENDA##

O monumento, erigido em 1892 pelo 400º aniversário do "descobrimento" da América, consiste em uma coluna de 23 metros sobre a qual fica uma estátua do navegador genovês financiado pela Coroa espanhola, cada vez mais culpado pelo genocídio dos índios americanos.

O novo monumento aos povos indígenas será instalado em um lugar ainda a determinar.

Muitas cidades americanas, embora não Nova York, substituíram os tradicionais festejos do "Dia de Colombo" por uma homenagem aos índios da América.

De Blasio decidiu criar esta comissão para analisar "sinais de ódio" em agosto, após um protesto contra os neonazistas em Charlottesville que terminou em atos de violência, incluindo a morte de uma jovem manifestante.

A comissão também decidiu manter uma placa em homenagem ao marechal Henri Philippe Pétain, chefe de Estado da França de Vichy ocupada pela Alemanha nazista de 1940 a 1944.

A homenagem a Pétain, o "vencedor de Verdun" na Primeira Guerra Mundial, foi colocada em 1931 no "cânion dos heróis", uma seção da Broadway, ao sul de Manhattan, com placas nas calçadas que honram 100 personalidades americanas e estrangeiras.

De Blasio disse em agosto que a placa de Pétain devia ser "uma das primeiras a sair".

Mas a comissão considerou que, ao invés de retirá-las, o melhor seria agregar informação e contexto histórico sobre os personagens.

"Refletir sobre nossa história coletiva é uma tarefa complicada, sem solução fácil", disse de Blasio.

"Nossa aproximação será acrescentar detalhes e nuances, no lugar de remover totalmente as representações dessas histórias (...) para nos assegurarmos que nossos espaços públicos reflitam a diversidade e valores de nossa grande cidade", concluiu.

A era da entrada "quase grátis" no famoso Metropolitan Museum of Art de Nova York, conhecido como Met, chegou ao fim. A partir de 1º de março, os turistas pagarão uma entrada no valor de 25 dólares, ao invés de uma tarifa à vontade.

Desde 1970, o museu mais prestigiado dos Estados Unidos oferece aos seus visitantes um preço sugerido de 25 dólares por adulto, uma política "incomum" para um museu de renome internacional, destacou seu presidente, Daniel Weiss.

##RECOMENDA##

A partir de 1º de março, os 25 dólares serão obrigatórios para os adultos que não forem moradores do estado de Nova York, ou seja, essencialmente para os turistas, para os quais o Met faz parte de uma etapa obrigatória de sua visita à "Big Apple".

Para não penalizar os estudantes de Nova York e de sua região, eles continuarão pagando o que desejarem. Turistas estudantes e da terceira idade permanecerão pagando tarifas reduzidas, 12 e 17 dólares, respectivamente. Os menores de 12 anos não pagam a entrada.

Esta mudança de política ocorre após meses de consultas com a Prefeitura de Nova York, que aceitou a modificação sem temer um impacto negativo para o turismo, vital para esta cidade que recebeu 61,8 milhões de visitantes em 2017.

O aumento será acompanhado por uma extensão da validade dos bilhetes para três dias consecutivos, o que estimularia os turistas a percorrer os dois anexos: o vizinho Met Breuer, de arte moderna e contemporânea; e os "Cloisters", de arte medieval, no extremo norte de Manhattan.

"Há 12 anos constatamos uma diminuição significativa da eficácia de nossa política" de preços sugeridos, explicou Weiss.

Embora 63% dos visitantes desembolsassem 25 dólares em 2004, somente 17% dos visitantes aceitaram pagar essa quantia em 2017, indicou Weiss, que chegou ao Met em 2015 para melhorar as finanças do museu, com um orçamento anual de 305 milhões de dólares.

E apesar das visitas ao Met terem aumentado nos últimos anos, a renda permaneceu no mesmo nível, detalhou.

Não obstante, os ingressos são fonte de financiamento minoritário para o Met: representam hoje 14% da renda, e mesmo com a próxima alta não superaria os 17%, segundo Weiss.

Diferentemente do Museu do Louvre de Paris, cujo ingresso custa 15 euros por adulto, o Met recebe poucos subsídios públicos e a maior parte de sua renda provém de doações que cobrem cerca da metade de seu orçamento anual.

Peter Martins, direetor do New York City Ballet, anunciou sua saída depois de ter sido acusado de assédio e abuso sexual, informou o jornal The New York Times.

Mais de vinte bailarinas acusam Martins, de 71 anos de abusos verbais e físicos e de usar seu poder para obter favores sexuais.

##RECOMENDA##

"Neguei e, continuo negando, ter incorrido nessas condutas inapropriadas", escreveu em uma carta à direção do ballet, na qual comunicou sua demissão, segundo o texto divulgado pelo jornal.

Martins, que é dinamarquês, estava sendo investigado depois que uma carta anônima denunciou as acusações. Depois, um grupo de bailarinas fizeram novas acusações ao Times; algumas das ocorrência datavam dos anos 1988.

Ex-bailarino, Martins foi designado um dos diretores da companhia em 1983 e, seis anos depois, passou a ser o único diretor principal.

Martins é o mais recente nome arrastado pela onda de denúncias desatadas há meses e que acabaram com a carreira do megaprodutor hollywoodiano Harvey Weinstein.

Mais de 9.000 pessoas assinaram nesta terça-feira (5) uma petição para que o "Met" de Nova York retire ou contextualize uma tela de Balthus na qual uma jovem aparece em uma posição "sugestiva".

Os críticos do trabalho do pintor franco-polonês consideraram a imagem inapropriada, considerando os efeitos do escândalo de Harvey Weinstein, denunciado por várias mulheres por assédio sexual, abrindo um debate no país sobre a conduta sexual em personalidades proeminentes.

##RECOMENDA##

Na obra "Teresa sonhando", pintada em 1938 por Balthasar Klossowski de Rola - mais conhecido como Balthus -, uma jovem aparece sentada com uma perna apoiada em uma cadeira, fazendo seu vestido se levantar acima dos quadris, revelando sua roupa íntima.

A autora da petição, Mia Merrill, considerou "perturbador" que o Museu Metropolitano de Arte, uma referência mundial em sua área, exibisse o quadro

"Em vista do clima recente sobre abuso sexual e as acusações que se tornam públicas a cada dia, ao exibir este trabalho às massas sem prover nenhum tipo de esclarecimento, o Met está, talvez sem intenção, apoiando o voyerismo e a objetificação das crianças", destacou Merrill em uma carta.

Procurada pela AFP, Merrill não esteve disponível para fazer comentários.

Uma fonte próxima ao Met informou à AFP que a instituição não pretende retirar a tela, nem modificar o letreiro ao lado da mesma.

"Momentos como este oferecem a oportunidade para uma conversa", indicou o museu em um comunicado obtido pela AFP.

"A arte visual é um dos meios mais importantes que temos para refletir ao mesmo tempo sobre o passado e o presente, e motivar a constante evolução da cultura atual através de uma discussão informada e o respeito à expressão criativa", acrescentou.

O prefeito de Nova York, o democrata Bill de Blasio, foi reeleito com facilidade ao cargo nesta terça-feira (7), de acordo com as projeções da Associated Press.

De Blasio venceu facilmente a legisladora republicana estadual Nicole Malliotakis e outros concorrentes de menor peso. À 0h30 (de Brasília, 21h30 de Nova York), de um total de 60% dos votos apurados, a projeção da AP mostrava o democrata com cerca de 60% dos votos e a republicana com 26%.

##RECOMENDA##

Na campanha, o prefeito promoveu seu sucesso por meio do discurso de abertura da cidade a imigrantes bem como a expansão da habitação e da melhor distribuição de renda. Ele disse também que vai investir mais em educação e que pretende enfrentar as políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Primeiro prefeito democrata da cidade em quase vinte anos, Bill de Blasio tem mais de três décadas dedicadas à administração pública. Fonte: Associated Press.

A rede de TV americana CNN informa, segundo fontes, que o Departamento de Investigação Federal (FBI, na sigla em inglês) está tratando o incidente com tiros no entorno do memorial do 11 de setembro como terrorismo.

Em anonimato, um funcionário da polícia de Nova York afirmou que ao menos seis pessoas morreram e nove ficaram feridas após a ocorrência. As autoridades confirmam apenas que uma pessoa foi presa.

##RECOMENDA##

Uma testemunha disse à CNN que a ouviu "Deus é grande" em árabe após o tiroteio.

Os mercados acionários dos Estados Unidos fecharam em queda, influenciados pelas ações de bancos, diante da divulgação de balanços e do setor de energia, que reagiram à queda dos preços do petróleo.

O índice Dow Jones encerrou em queda de 0,14%, aos 22.841,01 pontos, depois de ter atingido nível recorde nesta quinta-feira; o S&P 500 caiu 0,17%, para 2.550,93, e o Nasdaq recuou 0,18% encerrando aos 6.591,51 pontos.

##RECOMENDA##

As ações da JPMorgan Chase caíram 0,9%. Apesar de a instituição financeira ter superado as expectativas de ganhos, a receita originada da negociação de renda fixa declinou e esse quadro pode não se reverter no curto prazo. Em teleconferência com analistas, a diretora financeira Marianne Lake disse que o banco espera que a atividade de negociação continue lenta no quarto trimestre.

Segundo ela, o ambiente comercial nas primeiras semanas do quarto trimestre se assemelhou ao que o banco viu no segundo e terceiro trimestres, dois períodos nos quais a receita desse segmento declinou. A executiva acrescentou ainda que não há nenhum catalisador óbvio no horizonte que possa alterar essa perspectiva.

As ações do Citigroup, por sua vez, tiveram queda de 3,4%. O banco superou as previsões dos analistas sobre receita e ganhos, porém o retorno sobre o patrimônio segue aquém de pares.

Apesar dessas notícias, alguns analistas disseram que continuam otimistas sobre as perspectivas de curto prazo dos grandes bancos.

"Estamos positivos nas finanças", disse Antoine Lesné, que está à frente de uma equipe de pesquisa e estratégia no State Street Global Advisors. A possibilidade de o governo americano orquestrar cortes de impostos e desregulamentar o setor deve beneficiar os preços das ações. Isso se soma ao fato de as preocupações com a saúde dos credores espanhóis e italianos estarem agora sendo compensadas por um ambiente econômico ainda forte na Europa, disse ele. As ações do setor de energia listadas no S&P 500 cederam 0,4% nesta quinta-feira, acompanhando o recuo dos preços do petróleo.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta quinta-feira, 21, que o governo está analisando uma eventual privatização dos Correios. Ele destacou que o tema merece cuidado especial, sobretudo pelo caráter de monopólio do serviço prestado pela companhia à sociedade.

Na quarta, o ministro Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência, disse em Nova York que a venda dos Correios está sendo analisada pelo governo e seria oportuno que ela passasse para o controle do setor privado, devido à dramática situação financeira da empresa.

##RECOMENDA##

Para o ministro, uma possível abertura de capital dos Correios "poderia ser boa alternativa, pois é um primeiro passo" do acesso da empresa ao setor privado.

"Mas a prioridade da privatização é o bom serviço e garantia de investimentos", comentou Meirelles. Para o ministro, este princípio também se aplica para outras empresas que o governo espera privatizar, como a Eletrobras, e também do Aeroporto de Congonhas.

"Na privatização da telefonia, o mais importante foi o serviço disponível ao público", apontou o ministro.

Segundo Meirelles, "não estamos em processo decisório sobre privatização da Infraero", especialmente porque tal tema merece estudo especial devido "à grande quantidade de aeroportos no País".

Em uma entrevista relâmpago, marcada por empurrões de seus seguranças contra jornalistas, o presidente Michel Temer disse em Nova York que o Supremo Tribunal Federal (STF) é "soberano" para decidir se devolve à nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a denúncia apresentada contra ele pelo ex-ocupante do cargo, Rodrigo Janot.

O presidente falou enquanto se retirava de seminário com investidores promovido nesta quarta-feira, 20, em Nova York pelo jornal Financial Times. Temer não respondeu perguntas sobre a queda de sua popularidade para 3%, mas chamou a atenção de repórteres para um pequeno grupo de manifestantes que o aguardava na saída do hotel onde o evento foi realizado.

##RECOMENDA##

"Venha registrar o protesto. Vem cá, venha registrar o protesto", disse Temer, enquanto seus seguranças impediam a passagem de jornalistas e empurravam os que tentavam fazer exatamente o que o presidente havia sugerido. "Venha registrar o protesto de quatro pessoas." Três ou quatro pessoas gritaram "golpista", "traidor" no momento em que Temer deixou o edifício. Um deles carregava cartaz com os dizeres: "Temer não tem legitimidade, 0% de aprovação".

Repetindo o que declarou aos investidores, o presidente disse que as reformas propostas por seu governo vão avançar. "Vamos continuar com as reformas, tranquilo. Vocês não viram? Vocês me ouviram aí, as reformas vão continuar. Eu não falo de graça."

Temer chegou a Nova York na segunda-feira, 18, à noite e limitou seu contato com a imprensa a entrevistas relâmpago, de menos de cinco minutos, ou a declarações depois das quais não respondeu perguntas. Na noite de terça-feira, Temer apareceu diante de jornalistas brasileiros para o que seria uma entrevista coletiva. O presidente se limitou a falar por 1 minutos sobre encontro que havia tido com empresários. Em seguida, deixou o local e ignorou as sobre política doméstica.

A era digital também está transformando os museus, como o MOMA de Nova York, que aposta em suprimir as hierarquias da arte e conectar todas as formas, da pintura à "performance", explicou o diretor da instituição, Glenn Lowry.

Lowry viajou a Paris na semana passada, assim como farão em breve 200 obras do seu museu - de Cézanne a Warhol e Signac -, que serão exibidas na Fundação Louis Vuitton, em uma mostra inédita e possível porque o MOMA se encontra em plenas obras de ampliação.

##RECOMENDA##

A transformação do Museu de Arte Moderna de Nova York, concebido nos anos 1930 por seu primeiro diretor, Alfred Barr, como "um torpedo" se movendo com o tempo, será também um reflexo desta adaptação à revolução digital.

"Com o mundo analógico, pensávamos de forma más compartimentada, estruturada", mas atualmente "tudo gira em torno às conexões em rede, as hierarquias colapsaram", e "começamos a olhar a arte e a experimentá-la de outra forma", disse Lowry à AFP.

Pintura, escultura, filmes, obras de design, videogames, emoticons... todas as formas de expressão convivem e interagem, em busca de novos sentidos.

- Jovens com perguntas -

"Também não tratamos as performances como algo isolado. Os novos espaços dedicados a estas são parte integral da nossa coleção", explicou Lowry.

"Embora se possa pensar que atraem sobretudo aos jovens, o público é muito diverso. Há pessoas para as quais as performances eram parte de suas vidas nos anos 1960-1970, quando saíamos todos para a rua".

Lowry, diretor do MOMA desde 1995, admite que embora o emblemático museu se dirija a todos os públicos, abriga "um interesse especial pelos jovens, porque eles pensam diferente".

Um museu "gera perguntas, permite iniciar conversas sem oferecer uma resposta definitiva, e os jovens costumam se sentir muito confortáveis neste tipo de ambientes".

Para Lowry, as novas gerações, apesar de estarem conectadas permanentemente aos seus telefones celulares, "se movem muito" e vão atrás "dos acontecimentos".

- "Nunca há dinheiro suficiente" -

A ampliação do MOMA, cuja inauguração está prevista para 2019, permitirá passar de 12.000 a 17.000 m2. Um dos seus principais objetivos é revalorizar sua coleção permanente, visto que, como "acontece na maioria dos museus do mundo", as estrelas são as exposições temporárias.

"Queremos que nossa coleção permanente seja uma exposição temporária em permanência. Trocá-la com muita frequência, a cada quatro meses, e nos esforçarmos tanto para promovê-la quanto as temporárias", explicou Lowry, que lamenta que o público não veja obras-primas ao visitar só as mostras.

O MOMA recebeu, nos últimos tempos, doações milionárias de vários mecenas - David Geffen, Steven Cohen e Ken Griffin, principalmente -, mas para Lowry, o dinheiro "nunca é suficiente".

"Não podemos fazer nem uma fração do que queríamos fazer. Estamos constantemente buscando dólares", assegurou, defendendo também o preço de 25 USD da entrada.

"Não recebemos nem um dólar do Estado, nem da cidade nem do governo federal", e ainda assim, as diferentes fórmulas do MOMA permitem que "um terço de nossos visitantes entrem de forma gratuita".

Por este motivo, descarta também que o MOMA possa abrir em outro país, como o Louvre de Abu Dhabi, que será inaugurado no próximo 11 de novembro.

"Já é complicado demais com um museu", indica.

- O MOMA e Trump -

Embora não seja um "museu político", o MOMA reagiu quando o presidente Donald Trump proibiu, no início do ano, a entrada aos Estados Unidos dos cidadãos de vários países muçulmanos, exibindo obras de artistas dessas nações.

"Este decreto foi um golpe contra os valores do nosso museu, criado por imigrantes" e "queríamos demonstrar ao nosso público e a nossos artistas que estamos aqui e que isto não vai mudar".

Perguntado sobre se o museu reagirá também ao fim da proteção legal de 800.000 imigrantes que chegaram aos Estados Unidos quando eram crianças, decretado esta semana por Trump, Lowry indicou que o problema dos "dreamers" é "diferente" e que o museu "não pode reagir todas as vezes, porque senão estaria completamente sobrecarregado".

A temporada da liga de beisebol (Major League Baseball – MLB) não começou muito boa para o New York Mets. Com uma campanha com mais derrotas do que vitórias, nem o mascote do time conseguiu esconder sua frustração e após mais uma derrota da sua equipe, o ‘Mr. Met’ descontou toda sua raiva fazendo um gesto obsceno pra um torcedor. 

A cena foi registrada por um fã do time e viralizou na internet. O Mets tomou conhecimento do caso e emitiu uma nota em seu perfil no Twitter pedindo desculpas aos seus torcedores. "Nos desculpamos pela atitude inadequada desse funcionário. Não toleramos esse tipo de comportamento. Estamos tratando o assunto internamente".

##RECOMENDA##

Além da nota oficial, o time de beisebol também decidiu demitir o funcionário. 

Confira o vídeo do momento em que o 'Mr Met' mostra o dedo médio ao torcedor:

[@#video#@]

Anitta não para nunca! Na última quarta-feira, dia 24, a cantora foi clicada com um look bafônico enquanto gravava seu novo clipe em pleno metrô de Nova York, nos Estados Unidos.

Um vídeo da cantora dançando e rebolando em frente as catracas do metrô também passou a circular nas redes sociais. Enquanto fazia o trabalho, pessoas passavam e Anitta parecia não se importar em esbanjar todo seu gingado brasileiro na estação.

##RECOMENDA##

Já especula-se que a nova produção faz parte do lançamento de seu novo single, Paradinha, anunciada pela assessoria de imprensa da cantora na última terça-feira, dia 23.

A nova música será cantada em espanhol por Anitta e o clipe será assinado pelo diretor criativo Giovanni Bianco, o mesmo de Bang. Será que tem lacre vindo aí?

Um rapper de 32 anos que atacou três homens com uma faca perto de uma boate gay no Brooklyn foi acusado nesta quarta-feira de crime de ódio, anunciou a promotoria do distrito nova-iorquino.

James Thomas, conhecido como "Mousey Baby", gritou insultos homofóbicos contra clientes de um restaurante fast-food perto da boate gay Langston Club, em Bedgord-Stuvyesant, em 5 de março às 04H30 locais, segundo a promotoria do Brooklyn. Depois cortou o rosto de um homem com uma faca e foi embora do local.

##RECOMENDA##

Na rua, Thomas empurrou e ameaçou outro homem com o objeto, e, antes de fugir, feriu por duas vezes no peito e uma vez no ombro uma terceira pessoa que veio em defesa de seu amigo.

Thomas, que se entregou em 9 de março, foi acusado de agressão em primeiro grau como crime de ódio e ofensas relacionadas. Poderá enfrentar uma pena máxima de 25 anos de prisão pelo crime mais grave. Sua fiança foi fixada pelo juiz Danny Chun em 150.000 dólares.

Os crimes de ódio aumentaram nos Estados Unidos, e especialmente em Nova York, desde a eleição do presidente Donald Trump.

Um supremacista branco, que viajou de Baltimore para Nova York com o objetivo de matar pessoas negras, assassinou um homem de 66 anos em Manhattan, r foi acusado na terça-feira de homicídio como ato de terrorismo e crime de ódio.

"No Brooklyn, todos, sem importar sua raça, etnia, orientação sexual, gênero, ou religião, devem poder caminhar de maneira segura pelas ruas sem medo de ser atacado sem sentido", disse o promotor Eric González.

Thomas atacou "três pessoas inocentes simplesmente porque achou que eram gays, e agora deverá assumir sua responsabilidade", acrescentou.

O dólar registrou queda nesta segunda-feira, 27, ante a maioria das outras moedas, em meio a crescentes dúvidas sobre a capacidade da Casa Branca para levar adiante suas promessas de corte de impostos e mais gastos com infraestrutura, após o governo de Donald Trump não conseguir aprovar sua reforma na saúde na sexta-feira.

No fim da tarde em Nova York, o dólar caía a 110,61 ienes e o euro avançava a US$ 1,0867. Lideranças do Partido Republicano retiraram da pauta na sexta-feira a reforma na saúde, por causa da falta de apoio à iniciativa. Isso gerou o temor de que o partido de Trump tenha dificuldades para levar a cabo complexos esforços legislativos.

##RECOMENDA##

A expectativa de que o novo governo americano pudesse dar um impulso na economia, por meio do estímulo fiscal, levou o dólar à máxima em 14 anos semanas depois das eleições. Mais recentemente, porém, a moeda perdeu força, conforme ficava claro que a Casa Branca terá dificuldade de ter sucesso em sua agenda legislativa.

"Os mercados foram rápidos para concluir que o fracasso da sexta-feira em aprovar a Lei de Seguro-Saúde Acessível comprometerá a agenda mais ampla do presidente Trump", afirmaram analistas do Scotiabank em nota a investidores. "O presidente deixou claro que quer avançar rápido para aprovar uma reforma tributária após a debacle do seguro-saúde, mas não é certeza que progressos possam ser feitos agora e os mercados reagem diante disso."

Uma moeda em foco também foi o rand, que teve queda acentuada após o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, decidir cancelar uma viagem que o ministro das Finanças sul-africano faria a Londres para contatar investidores. Isso gerou preocupações de que possam ocorrer em breve mudanças no gabinete do país.

O advogado-geral do estado de Nova York, um dos mais vocais antagonistas do presidente Donald Trump, está preparando uma escalada dos processos de seu escritório contra a gestão de Trump.

O democrata Eric Schneiderman contratou um dos principais especialistas em corrupção pública para se concentrar especificamente em temas envolvendo o governo Trump. Howard Master deve trabalhar em atuais e novos temas relacionados à Casa Branca, assim como em casos de corrupção de alto nível.

##RECOMENDA##

A contratação de Master, cujo cargo será de assessor sênior, sinaliza o desejo contínuo de Schneiderman de atingir o presidente.

Eric Soufer, um porta-voz de Schneiderman, confirmou a contratação de Master e disse que ele iria "trabalhar em uma série de investigações civis e criminais e temas de cumprimento da lei, incluindo corrupção" e potencialmente processos contra a gestão de Trump. A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido para comentar o tema.

Desde que Trump assumiu, Schneiderman tem sido um dos advogados-gerais democratas que tem direcionado ações jurídicas e críticas retóricas ao presidente em temas incluindo os decretos sobre imigração e refugiados, mudança climática e ameaças de deportar imigrantes ilegais.

Além de desafiar as políticas da Casa Branca nos tribunais, o escritório de Schneiderman deve, segundo fontes próximas, explorar a possibilidade de encaminhar processos sobre uma cláusula da Constituição norte-americana que impede pessoas em cargos públicos de receber pagamentos de outros países.

Chamada de "Emoluments Clause", a cláusula foi usada por uma organização de defesa da ética pública para processar Trump alegando que ele viola a Constituição ao manter a posse de seus negócios, os quais aceitam pagamentos de governos estrangeiros.

Trump alagou que o processo não tem mérito e disse que seus advogados acreditam que não há violação em aceitar pagamento por parte de autoridades de outros países. Fonte: Dow Jones Newswires.

Cerca de 250 pessoas se manifestaram neste domingo em Nova York em apoio ao jornal "The New York Times" e outros meios de comunicação frente aos ataques do presidente americano, Donald Trump.

Apesar de Nova York, reduto democrata, registrar manifestações contra Trump desde a vitória do magnata do ramo imobiliário, esta é a primeira vez que se organiza um movimento para apoiar a imprensa, após uma semana marcada por ataques da Casa Branca a algumas das organizações mais poderosas do país, como o jornal nova-iorquino, o "Los Angeles Times" e a rede de TV CNN.

Os manifestantes se reuniram diante da sede do The New York Times, perto da Times Square, com cartazes mencionando a liberdade de imprensa garantida pela Constituição e adesivos na boca para simbolizar os veículos amordaçados.

"Cada vez que uma pessoa autoritária ou ditador toma o controle, reprime a imprensa, é a primeira coisa que fazem", assinalou Donna Marie Smith, professora aposentada, assinante do jornal há mais de 40 anos.

"A democracia não pode funcionar sem uma imprensa livre e independente, e é o que este governo tenta fazer: calá-la. Mas não permitiremos que isto aconteça", afirmou a advogada especializada em defesa dos direitos humanos Betsy Apple.

A Semana de Moda de Nova York terminou nesta quinta-feira sem que os estilistas entrassem em acordo sobre que temporada apresentar, com o futuro das passarelas em perigo e uma indignação política evidente.

Enquanto o circo internacional da moda viaja agora para Europa - a semana de moda de Londres começa nessa sexta-feira, seguida por Milão e Paris -, Nova York deixou 10 tendências claras para essa temporada.

##RECOMENDA##

Política

Não houve como escapar do fantasma de Donald Trump. A elite cultural nova-iorquina está indignada com as primeiras semanas caóticas do novo governo e não se recuperou da derrota da democrata Hillary Clinton, muito admirada pela indústria da moda, na eleição presidencial.

Public School parodiou os bonés de beisebol de Trump com a frase "Make America Great Again" (Faça a América grande de novo), Mara Hoffman abriu seu desfile com um manifesto das organizadores da Marcha das Mulheres e o nepalês Prabal Gurung colocou em sua passarela modelos com camisetas de protesto.

Muitos usaram bandanas brancas pedindo tolerância, que os convidados do desfile da Calvin Klein receberam pelo correio. Também foram usadas pelas modelos da Tommy Hilfiger. Muitos estilistas, como a chilena María Cornejo, distribuíram grandes botons fúcsia em apoio à Planned Parenthood, associação de planejamento familiar que os republicanos querem deixar de financiar.

O afro-colombiano-americano Edwing D'Angelo apresentou uma coleção toda em vermelho carmesim para enviar um "alerta vermelho" pela tempestuosa situação política do país.

Maior, mais bonito

Após anos de queixas sobre a magreza das modelos e de que não refletiam a mulher real, várias modelos plus size desfilaram nas passarelas de Nova York.

Ashley Graham - a primeira modelo plus size a aparecer na capa da revista Vogue - desfilou para Michael Kors, que na temporada passada teria dito que "logisticamente" não era possível colocar modelos mais voluptuosas nas passarelas.

Prabal Gurung, que desenhou uma linha de roupas para a marca de tamanho grande Lane Bryant, teve Candice Huffine e Marquita Pring em seu desfile.

Romper o tabu

Sobreviventes de câncer de mama desfilaram com lingeries adaptadas para marca AnaOno, que cria peças para mulheres que passaram por mastectomias ou reconstrução de seios, em um esforço para gerar conscientização sobre a doença.

A modelo australiana com síndrome de Down Madeline Stuart, que também tenta superar estereótipos na indústria da beleza, estreou com sua marca própria.

O véu

Poucos dias depois de Trump proibir temporariamente a entrada de refugiados e cidadãos de sete países muçulmanos nos Estados Unidos, o véu apareceu nas passarelas.

A somali-americana Halima Aden, de 19 anos, desfilou para a quinta temporada da marca Yeezy, de Kanye West, enquanto a indonésia Anniesa Hasibuan voltou para a segunda temporada consecutiva com um desfile onde todas as modelos usavam véu e looks coloridos dignos de princesas.

Mulheres poderosas

O mexicano-americano Louis Verdad optou por calças de tweed, golas altas e saias amplas plissadas em uma coleção dedicada às jovens "millenials" que desejam elegância.

Tory Burch mostrou uma coleção inspirada em Katharine Hepburn para uma mulher poderosa.

Victoria Beckham optou por looks com estilo masculino combinados com botas sexy ou sapatos masculinos pontiagudos.

Diversidade

A lendária marca americana Ralph Lauren desfilou uma coleção que evoca os nômades, com lamês dourados, sandálias plataforma de pele de cobra e túnicas sedosas com cauda.

O estilista belga Raf Simons fez sua estreia na Calvin Klein inspirado pela diversidade da cultura americana, do matelassê tradicional até a Art Déco e o Velho Oeste.

O estilista indiano Bibhu Mohapatra disse que suas musas eram as mulheres do mundo, e a marca Zero+María Cornejo usou modelos de 16 países, de Uganda até a República Dominicana.

Bella Hadid

A modelo e irmã mais nova de Gigi Hadid está em pleno auge. Filha da modelo holandesa-americana Yolanda Foster e do palestino-americano Mohamed Hadid, tomou conta das passarelas de Ralph Lauren, Anna Sui e Oscar de la Renta.

A namorada do cantor The Weeknd também é o rosto de lucrativas campanhas publicitárias para Bulgari, DKNY e Moschino.

Veludo

Luxuoso e acolhedor para o outono-inverno 2017, o veludo dominou as passarelas em botas, calças de jogging e casacos na passarela da Anna Sui, vestidos de noite na Marchesa e vermelho sangue e bronze na Zero+María Cornejo.

As peles também foram uma constante, como nos grandes ombros arredondados e nos vestidos decotados tomara que caia.

Novos horizontes

Marc Jacobs fez com que suas modelos percorressem a passarela em silêncio e pediu aos convidados que não usassem os celulares.

Zac Posen disse que os tempos de mudança pedem um novo foco e lançou uma exibição de fotos para criar uma conversa sobre o assunto.

Vera Wang lançará sua coleção com um vídeo e Sophie Theallet fez uma campanha fotográfica online.

Adeus Nova York?

A Semana de Moda se destacou também por suas ausências: Tommy Hilfiger foi para Los Angeles, assim como Rebecca Minkoff. Vera Wang vai divulgar seu vídeo no início da Semana de Moda de Paris, e a Rodarte também vai apresentar sua coleção na capital francesa.

Na próxima temporada, a Lacoste vai optar pela França e a marca novaiorquina de vanguarda Proenza Schouler também vai se unir ao êxodo para a Cidade Luz.

O estilista nova-iorquino Marc Jacobs desfilou o hip hop e sua grande influência no nascimento do estilo esportivo em sua coleção outono/inverno 2017, apresentada nesta quinta-feira (16) em Nova York.

No momento em que a moda está em plena reflexão sobre si mesma, o estilista de 53 anos criou com habilidade os códigos do desfile.

##RECOMENDA##

Acostumado à profusão, desta vez, Marc Jacobs preferiu o minimalismo para marcar o último evento do calendário da Semana de Moda de Nova York.

Jacobs esvaziou completamente o Armory, antigo prédio militar de Nova York, deixando apenas uma passarela muito longa bem no meio desse espaço de 5.000 m2, com teto de 25 metros de altura.

Todos os convidados ficavam na primeira fila dos dois lados dessa enorme passarela.

As modelos percorriam essa passarela interminável até sair do prédio e sentar nas cadeiras separadas para elas.

Após o desfile, na saída do prédio, os convidados ficaram cara a cara com as modelos, que usam celulares falsos planejados pelos estilistas.

Durante bom tempo, de cada lado, filmava-se e fazia fotos, principalmente, a cantora Katy Perry, anônima no meio da multidão.

O estilista teria pedido aos convidados para não usar o celular durante o desfile, dentro do prédio.

Na coleção Jacobs mostrou mais uma vez seu talento para criar uma atmosfera em uma direção clara e lógica do conjunto.

Usou e abusou dos acessórios, como chapéus clochê (em formato de sino) que lembravam os "bucket hats" popularizados pela marca Kangol e por vários rappers dos anos 1980.

As modelos também usavam grandes colares em metal com pingente, também um grande símbolo do hip hop.

Grandes casacos, muitos com forro de pele, sapatos de salto de madeira e vestidos leves e curtos voltaram, reminiscentes de desfiles anteriores.

Usando seu lado esportivo, Marc Jacobs colocou na passarela um jogging vermelho, suéteres com fechos e calças amplas.

Para o estilista, o hip hop sempre foi um "movimento cultural", que "abriu caminho para uma nova linguagem de estilo".

A estilista japonesa Hiromi Asai apresentou em Nova York, em paralelo à Semana de Moda, sua coleção masculina, em que utilizou as técnicas de confecção e bordado dos quimonos pra reviver essa arte ameaçada de extinção.

Especialista em quimonos, essa estilista de 36 anos apresentou sua primeira coleção em Nova York, durante a semana de moda do ano passado, onde fez uma reinterpretação muito pessoal dessa peça.

##RECOMENDA##

Para lançar sua primeira coleção, Asai conseguiu arrecadar 66.000 dólares em uma campanha no site de financiamento participativo Kickstarter. Mas essa primeira tentativa não foi suficiente para continuar. "O mercado ainda não estava ali", disse em entrevista à AFP utilizando um tradutor. Ela decidiu, então, se voltar para a moda masculina e apresentar sua coleção, "Blue", na Semana de Moda Masculina de Nova York.

São ternos, gravatas, coletes, jaquetas e casacos com modelagens nada japonesas ou lembrando os famosos quimonos. "Há um pouco de fantasia, de leveza, mas não muito", disse Asai, que espera, por um lado, encontrar seu nicho no prêt-à-porter de luxo, mas também ajudar a salvar os artesãos do quimono.

No Japão, vários estilistas, entre eles Jotaro Saito, apoiam o setor reinterpretando a lendária peça japonesa e trabalhando com novos materiais.

Decidida a se aventurar no setor masculino, Hiromi Asai colaborou com vários artesãos de todo o Japão que preparavam os tecidos usando a tradição do quimono, usando como matéria-prima a seda, a lã e o algodão.

Para diminuir os preços das peças, negociou diretamente com os artesão sem passar pela rede de intermediários que trabalha nesse mercado, disse a estilista, que teve o apoio de novos investidores para financiar a coleção.

Suas peças podem chegar a custar cerca de 6.000 dólares, mas segundo ela, se tivesse usado intermediários poderia alcançar 20.000 ou até 30.000 dólares.

Instalada desde 2008 em Nova York, Asai preferiu mostrar suas criações no Ocidente porque "a maioria dos homens japoneses seguem as tendências que vêm do exterior".

Os principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda nesta quinta-feira, 22, com o rali pós-eleições aliviando conforme o calendário se aproxima das festas de fim de ano. A atividade dos mercados diminuiu nas últimas sessões, com o volume de negócios caindo e as ações, moedas e títulos do governo se movendo em margens estreitas.

O índice Dow Jones fechou em queda de 0,12%, aos 19.918,88 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,19%, aos 2.260,96 pontos. Já o Nasdaq caiu 0,44%, para 5.447,42 pontos. De acordo com muitos investidores e operadores, os mercados provavelmente vão andar de lado até o fim do ano. "Poucos querem abrir novas posições tão perto do Natal", disse Lee Wild, da Interactive Investor.

##RECOMENDA##

Apesar da queda recente, o Dow Jones está a caminho da melhor performance para o mês de dezembro desde 2010, quando subiu 5,2%. Até agora, o índice já subiu 4%, comparado com dezembro de 2015, quando caiu 1,7%.

Os investidores estão otimistas de que as bolsas vão continuar seu rali em 2017, mas ponderam que a trajetória se apoia em melhora sequencial nos balanços corporativos e na implementação de cortes de impostos no governo de Donald Trump.

Ações ligadas a empresas de consumo lideraram as perdas na sessão, considerada fraca em volume de negócios. A Bed, Bath and Beyond, por exemplo, caiu quase 10% após reportar queda no lucro trimestral. A Gap e a Norstrom recuaram mais de 5% cada. Fonte: Dow Jones Newswires.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando